O Lenço Que Jesus Dobrou
TEXTO: João 20:01 a 08
01. E NO primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro. 02. Correu, pois, e foi a Simão Pedro, e ao outro discípulo, a quem Jesus amava, e disse-lhes: Levaram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram. 03. Então Pedro saiu com o outro discípulo, e foram ao sepulcro. 04. E os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais apressadamente do que Pedro, e chegou primeiro ao sepulcro. 05. E, abaixando-se, viu no chão os lençóis; todavia não entrou. 06. Chegou, pois, Simão Pedro, que o seguia, e entrou no sepulcro, e viu no chão os lençóis, 07. E que o lenço, que tinha estado sobre a sua cabeça, não estava com os lençóis, mas dobrado num lugar à parte. 08. Então entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu, e creu. 1) INTRODUÇÃO A bíblia é um celeiro infinito de mensagens, uma fonte inesgotável da palavra de Deus, e tudo que nela esta contida tem um sentido e uma mensagem. Esta é mais uma mensagem que com certeza vai lhe causar um grande impacto, pois a boa palavra de Deus sempre nos surpreende e eu apenas gostaria de trazer uma palavra que me foi mostrada neste contesto e com certeza ela, a palavra de Deus, fará a diferença em sua vida e por isso peço que abra seu coração e deixe a luz do céu entrar. Quando li este texto algo me chamou atenção e logo fui buscar resposta da parte de Deus. Algo que mexeu com meu coração e que com certeza também irá lhe dar outra visão quando ler algo na bíblia que achar insignificante. Por isso quero que abra seu coração e deixe a boa mensagem do céu entrar em seu coração. 2) A MORTE DE JESUS O Relato abaixo foi feito pelo médico francês, Dr. Barbet. “Eu sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo”. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei a fundo anatomia. “Posso, portanto escrever sobre o assunto sem qualquer presunção.” Dr. Barbet. A AGONIA NO GETSÊMANIJesus entrou em agonia no Getsemani - escreve o evangelista Lucas - orava mais intensamente. "E seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra". O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão dum clínico. O suar sangue, ou "hematidrose", é um fenômeno raríssimo. Produz-se em condições excepcionais. Para provocá-lo é necessária uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens deve ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.A COVARDIA DE PILATOSConhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus.O FLAGELO, O ESACÁRNIO.Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos, chamados de azorrague. Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.A COROAÇÃODepois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que aqueles da acácia, os algozes entrelaçam em uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo).Colocam sobre o corpo de Jesus um manto púrpura, e o levam a Pilatos, que depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; o qual pesava uns cinqüenta quilos, pois havia sido preparada para o tamanho da estatura de Barrabás. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregulares, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso. A CRUCIFICAÇÃOSobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la é atroz. Alguma vez vocês tiraram uma atadura de gaze de uma grande chaga? Não sofreram vocês mesmos esta experiência, que muitas vezes precisa de anestesia? Podem agora dar conta do que se trata? Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Como aquela dor atroz não provoca uma síncope? O sangue começa a escorrer.Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pó e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos; horrível suplício! Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), o apóiam sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. No mesmo instante o seu pólice, com um movimento violento se posicionou opostamente na palma da mão; o nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se, como uma língua de fogo, pelos ombros, lhe atingindo o cérebro. Uma dor mais insuportável que um homem possa provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos. Isso provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. Pelo menos se o nervo tivesse sido cortado! Ao contrário (constata-se experimentalmente com freqüência) o nervo foi destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas. O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregaram dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos o laceraram o crânio. A pobre cabeça de Jesus inclinou-se para frente, uma vez que a espessura do capacete o impedia de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudíssimas. Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. As feições são impressas, o vulto é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos se curvam. Como um ferido atingido de tétano, presa de uma horrível crise que não se pode descrever. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar, e como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeto purpúreo e enfim em cianítico. Jesus atingido pela asfixia, se sufoca. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem da órbita. Que dores atrozes devem ter martelado o seu crânio! Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus tomou um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforçando-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração se torna mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial. Porque este esforço? Porque Jesus quer falar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”. Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés, inimaginável! Enxames de moscas, grandes moscas verdes e azuis, zunem ao redor do seu corpo; irritam sobre o seu rosto, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde de repente a temperatura se abaixa. A MORTE DE JESUSLogo serão três da tarde. Jesus luta sempre, de vez em quando se eleva para respirar. A asfixia periódica de alguém que está destroçado. Uma tortura que dura três horas. Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancaram um lamento: "Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?". Jesus grita: "Tudo está consumado!". Em seguida num grande brado disse: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito". Então ele morre.3) A RESSURREIÇÃO Agora que você conhece mais um pouco sobre todo sofrimento que nosso Jesus passou para nos dar a salvação eterna, quero comentar sobre a ressurreição de Jesus, após três dias estando sepultado. Jesus ressuscitou como havia dito, e tudo aconteceu como foi registrado por Ele antes de sua morte. A primeira pessoa a ser agraciada com a visão de Jesus em um corpo ressurreto foi uma mulher chamada Miryan da cidade de Magdala, a qual a conhecemos por Maria de Madalena. Logo ao chegar ao túmulo ele o vê mais não o reconhece, pois como disse ele estava em um corpo ressurreto, assim então era um corpo sem sangue, um corpo diferente o que não permitiu que ela o conhecesse, mas sobre isso falemos em uma outra vez. Jesus manda que ela avise seus amigos, pois era mister que Ele os encontrasse. Mas ao ouvir as palavras de Maria Madalena, Pedro e João travam uma corrida em direção ao local do sepultamento, mas lá chegando eles observam que o corpo não estava lá, mas que os lençóis estavam ali, porém o lenço que cobria o rosto de Jesus, ou a cabeça de Jesus estava do lado devidamente dobrado. Se Jesus somente nascesse e desaparecesse na história, Ele não seria ninguém, se Ele somente nascesse e morresse Ele seria como outro homem qualquer. Ele se diferenciou de todo e qualquer ser humano, Ele superou qualquer expectativa, venceu a vida, pois logo ao nascer já tentaram o matar, e venceu a morte ressuscitando ao terceiro dia, deixando todos pasmos diante de seu poder. 4) POR QUÊ JESUS DOBROU O LENÇO? Mas o que realmente me chamou atenção para que nascesse esta mensagem foi o fato de que Jesus teria dobrado o lenço ao ressuscitar. Ele não se preocupou com os lençóis que o cobriam, mas deu uma atenção ao lenço que tinha coberto sua cabeça. Por quê? Qual seria a real intenção de Jesus? Qual mistério estaria relacionado ao lenço dobrado? O que me deixa cada vez mais apaixonado pelos fatos descritos na bíblia é a grande riqueza de detalhes em cada evento. Então vou lhe dizer algo que tocou meu humilde e pequeno coração mortal. Para entendermos mais sobre o que Jesus fez ou nos quis dizer ao dobrar o lenço precisamos conhecer um pouco da tradição judaica da época que Jesus viveu. A história do lenço tem a ver com o “Senhor e o servo”, um evento que todo menino judeu por mais jovem conhecia. Era como um ato de etiqueta no costume judaico da época, e é isso que Jesus queria dizer, pois bem sabemos que Jesus pregava por parábolas, por palavras, e por atitudes as quais eu prefiro chamar de gestos. Em tudo o que Ele fazia estava pregando uma mensagem ao povo. 5) O COLOCAR DA MESA Quando o servo arrumava a mesa para refeição de seu senhor, buscava ter certeza de que estava fazendo tudo conforme a vontade de seu senhor, tudo conforme o senhor gostava que se fizesse. Após ter colocado a mesa perfeitamente, o servo saía para fora, longe da visão se seu senhor até que este tivesse terminado sua refeição. O servo nunca se atreveria tocar a mesa antes que seu amado senhor já tivesse terminado sua refeição. Após terminado a refeição o senhor se levantaria, pegaria seu lenço que fora colocado dobrado ao lado do prato na mesa, limparia seus dedos, sua boca, e sua barba e embolaria o lenço o jogando sobre a mesa. Naquela tradição o lenço embolado e jogado queria dizer: “Eu termine!”. Porém se o senhor se levantasse da mesa e deixasse o lenço dobrado ao lado de seu prato o servo não se atreveria tocar a mesa, pois o lenço dobrado queria dizer: “Eu voltarei!” 6) CONCLUSÃO Meu amado e amigo irmão quer você acredite ou não, Jesus esta voltando para terminar aquilo que começou, e para que tudo realmente esteja consumado ainda falta levar a Igreja, sua noiva para as bodas com o noivo. Eu creio em cada vírgula contida na bíblia, por isso procuro pregar esta mensagem salvadora. Jesus sofreu tudo isso por sua vida e você ainda acha que não vale nada? Você é a pessoa mais importante desse mundo. Por isso eu convido a você entregar sua vida para Jesus e viver em novidade de vida na terra, pois o noivo vai chegar a qualquer momento. JEOVÁ te abençoe! |
sábado, 25 de maio de 2013
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Derrubando os Altares de Baal
Note bem o versículo inicial em Juízes 6: "Porém os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do Senhor, e o Senhor os entregou nas mãos dos midianitas por sete anos" (Juízes 6:1). Estas palavras descrevem um ciclo interminável que se repetiu em Israel através de gerações.Nos capítulos precedentes encontramos estas palavras repetidas inúmeras vezes. Elas dizem, basicamente: "Então fizeram os filhos de Israel o que era mau aos olhos do Senhor, e serviram aos baalins...e Deus, na Sua ira, os entregou nas mãos de seus inimigos".
A primeira citação aparece no capítulo 3. Lá diz: "A terra teve sossego por quarenta anos...e tornaram os filhos de Israel a fazer o que era mau aos olhos do Senhor" (3:11-12). Deus entregou seu povo ao inimigo, Moabe, "porque tinham feito o que era mau aos olhos do Senhor" (3:12). E Israel serviu a este inimigo pagão por dezoito anos, suportando privações e terror.
Depois, no capítulo 4, lemos: "Os filhos de Israel tornaram a fazer o que era mau aos olhos do Senhor...por isso o Senhor os entregou nas mãos de Jabim, rei de Canaã" (4:1-2). Desta vez o povo de Deus foi feito cativo pelos cananeus.
Logicamente, toda vez que Israel era escravizado, eles clamavam a Deus. E toda vez o Senhor era fiel para lhes enviar um libertador. Mas assim que este líder justo morria, o povo infalivelmente retornava ao pecado. E o ciclo completo começava novamente. Ele continua com o versículo do nosso texto, no capítulo 6: "Porém os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do Senhor, e o Senhor os entregou nas mãos dos midianitas por sete anos" (6:1).
Durante este período, Israel era continuamente humilhado por seus inimigos midianitas. Eles invadiam Israel sistematicamente a cada ano, roubando suas colheitas e seus bens. Os líderes das caravanas midianitas soltavam todos os seus camelos e outros animais nos campos israelenses. Estes devoravam completamente as plantações, devastando as colheitas como gafanhotos.
Sempre que Israel resistia, os midianitas os perseguiam até as montanhas. O povo de Deus acabava procurando abrigo em cavernas e covas, tendo que se alimentar com o que encontrava. "Assim Israel se enfraqueceu muito com a presença dos midianitas" (6:6). Israel perdeu tudo para o inimigo: suas casas, sua comida, seus bens. Eles viveram como miseráveis, sem lar e desolados.
Mais uma vez a escritura diz: "Os filhos de Israel clamaram ao Senhor" (6:6). Todavia este clamor não foi de arrependimento. Israel clamou devido à sua opressão pelos midianitas. Era um clamor de angústia, devido à sua pobreza, suas perdas, sua insegurança. Desta vez, antes de Deus enviar um libertador a Israel, Ele enviou um profeta. Este homem de Deus apontou claramente a razão pela qual o povo estava sendo tão perseguido. Ele chamou a atenção: "Olhem para a sua história. Em cada caso Deus os livrou das mãos de todos os que lhes oprimiam. Ele livrou vocês da servidão no Egito. Também lhes disse para não temer os deuses dos amorreus, em cuja terra habitam. Mas vocês não deram ouvidos à Sua voz. Vocês ainda continuam a cultuar falsos deuses" (veja 6:8-10).
O Senhor estava dizendo essencialmente ao Seu povo: "Eu deixei bem claro para vocês desde o princípio: vocês não precisam temer ninguém exceto o seu Pai celestial. Não permitam que nenhum outro receio penetre em seus corações. Mas vocês me desobedeceram novamente. Vocês permitiram a entrada de toda sorte de receios. E me forçaram a lhes entregar para a inimigo, a fim de trazer-lhes de volta para Mim".
O Que Era Este Grande Mal em Que Israel Sempre Recaía Novamente? O profeta mostrou claramente a Israel qual era seu pecado: eles esqueceram o mandamento do Senhor de não temer os deuses deste mundo. Em Juízes 10 vemos o povo de Deus admitindo este pecado: "Então os filhos de Israel clamaram ao Senhor, dizendo: contra ti havemos pecado, porque deixamos a nosso Deus, e servimos aos baalins" (Juízes 10:10).
O que os israelitas queriam dizer aqui, quando falaram que serviam aos baalins? A palavra baalins está no plural. Significa todos os falsos deuses no mundo. A raíz de baalins é Baal, o qual reconhecemos das escrituras como sendo um espírito demoníaco. A missão de Baal é roubar de Deus todo louvor e confiança por parte de Seu povo. Ele alcança isto enfocando nossa atenção nas nossas circunstâncias, em vez de no Senhor.
Isto é exatamente o que ocorreu com Israel. Seu pecado trouxe amargura, desastre econômico, terrorismo por parte dos seus inimigos, incertezas. O fato é que Deus não os estava mais protegendo. Claro que Ele ainda amava Israel, mas Ele teve que deixá-los à mercê dos inimigos para que acordassem. Ele estava tentando trazê-los de volta para o abrigo de Suas asas.
Mas Israel se recusava a admitir que a causa de sua crise era seu próprio pecado. Era inacreditável, estas pessoas estavam sacrificando bebês, derramando sangue inocente, se tornando sensuais e apegados ao prazer. Como conseqüência, um desastre após o outro recaía sobre eles. Todavia, por nenhuma vez eles associaram estes desastres com a sua rebeldia. Eles não conseguiam acreditar que Deus estava permitindo tudo aquilo a fim de chamá-los ao arrependimento.
Eu vejo os Estados Unidos na mesma situação neste momento. O World Trade Center foi destruído. O Pentágono foi colocado em chamas. Todavia somente um pequeno remanescente pertencente ao corpo de Cristo reconheceu a mão de Deus nestes acontecimentos. Exatamente como fez com Israel séculos atrás, Deus momentaneamente nos entregou ao inimigo. Nossos pecados nos afastaram Dele, e Ele está querendo nos trazer de volta para Si. Pense sobre isto: nos últimos seis meses, os Estados Unidos viram os piores incêndios da sua história. Um terço da nação esteve em chamas. Também vimos mudanças drásticas no clima e enchentes devastadoras. E bezouros japonêses estão devorando vastas extensões de florestas. Agora estamos vendo um surto do vírus mortal do oeste do Nilo. E ao norte do país, uma terrível doença cerebral atacou a população de veados. Mais de 50.000 deles tiveram de ser mortos, numa tentativa de conter a doença. Mas alguns especialistas dizem que talvez seja necessário matar mais 200.000 animais até garantir que a doença esteja erradicada.
Cada vez que a gente dá uma olhada, parece que encaramos uma nova crise. Eu lhe pergunto, poderia Deus deixar a Sua mensagem mais clara do que isso? Ele está dizendo: "Eu estou cutucando seu ombro, tentando acordá-lo. Mas você continua me ignorando. Isto apenas vai me forçar a cutucar mais forte".
Deixe-me lhe perguntar: você acredita que Deus poderia ter impedido aqueles seqüestradores muçulmanos de jogar os aviões contra as torres gêmeas? Claro que podia. Ele revelou conspirações deste tipo muitas vezes. Mas não no ano passado. Por que? Ele está tentando nos falar, chamar nossa atenção. Ele permitiu a destruição dos nossos símbolos de prosperidade, porque colocamos neles todo nosso orgulho e confiança. Nosso presidente, nossos líderes no Congresso e os oficiais da segurança tem nos alertado: "O grande ataque ainda está para vir". Agora ouço alguns cristãos dizendo: "Aguarde o grande ataque. Poderá ser uma mala-bomba. Ou, alguém poderá espalhar varíola ou antrax numa grande cidade. Seja o que for, haverá milhares de mortes. E isto vai atrair a atenção dos Estados Unidos. As pessoas saberão que Deus está chamando esta nação de volta para si. Multidões clamarão ao Senhor".
Eu discordo. Digo por que.
Mesmo se os Estados Unidos "Clamarem a Deus", Como Israel Fez, Deus Deseja Algo Mais. Israel chorou muito, clamando a Deus na sua angústia. Por isso Deus enviou um profeta para lhes mostrar que foi o pecado que fez recair o julgamento sobre eles. Mas, para um verdadeiro arrependimento, Israel precisava reconhecer seu pecado como sendo a causa dos seus problemas. E fizeram exatamente isto, admitindo que haviam pecado. Mas havia ainda mais um passo a ser dado. Veja, mesmo se clamamos a Deus em arrependimento, Ele exige algo mais de nós. E se este passo não for dado, Deus não mostrará Seu braço forte em nosso favor. Vemos exatamente qual deve ser este passo, na ordem seguinte dada por Deus: derrube Baal.
O Senhor falou estas palavras a Gideão: "Toma o boi de teu pai, a saber, o segundo boi de sete anos, e derruba o altar de Baal, que é de teu pai, e corta o poste-ídolo que está ao pé dele" (Juízes 6:25).
Antes disso, provavelmente Gideão pensou que já estava suficientemente arrependido. Afinal, ele tinha clamado ao Senhor. Tinha ouvido a palavra profética que Deus enviara a Israel. E tinha correspondido totalmente, reconhecendo seu pecado. Vejo a mesma atitude de arrependimento entre muitos cristãos hoje em dia. Em igrejas do país todo, as pessoas estão de joelhos clamando a Deus. E isto é bom. Mas de acordo com o Senhor, um problema ainda permanece. É um ídolo em nosso meio: Baal. Sim, Baal continua sendo um grande ídolo atualmente. E se nosso arrependimento deve ser completo, temos que derrubar este ídolo. Do contrário, não adiantará clamar a Deus, orar ou jejuar. Nenhuma das nossas ações terá qualquer impacto, até que derrubemos o ídolo que se apegou a tantos corações.
Você poderá perguntar: "Então, o que é este Baal? Onde o vejo atuando? Como poderia um antigo falso deus estar presente na nossa sociedade moderna ?"
No Antigo Testamento, Baal era representado por um ídolo esculpido em madeira, pedra ou metal. Era feito na forma de um homem, do tipo de um formoso Adonis. Apesar de este ídolo ser apenas um pedaço de material morto, havia um poderoso espírito por detrás dele. Na nossa era iluminada, não podemos imaginar nenhuma pessoa inteligente se curvando diante de um ídolo esculpido. Na verdade, ainda há religiões pagãs que usam tais imagens no culto, inclusive Budismo, Hare Krishna e Hinduísmo. Mas seja o ídolo Baal, Buda ou alguma das milhões de divindades hindus, o mesmo espírito demoníaco está por trás dele. E este espírito é enviado do inferno com um propósito: causar dúvidas nas pessoas a respeito da realidade de Deus. É um espírito de incredulidade, pura e simplesmente. E ele assalta nossas mentes com dúvidas sobre a fidelidade de Deus.
É tremendamente perigoso tolerar este espírito. Se ele não for expulso imediatamente, ao primeiro ataque, ele vai se infiltrar na mente. E uma vez que dúvidas e medos possam entrar, o espírito de Baal toma posse da alma.
Se Não For Combatido, o Espírito de Incredulidade de Baal Entra e Edifica um Altar.
Sem dúvida incredulidade é um ídolo. Ele faz você se encurvar em submissão ao seu poder. E abre a sua alma para toda sorte de males. De fato, o versículo que vemos repetidas vezes através de Juízes - "Os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do Senhor" - não se refere a algum pecado grosseiro, mas à incredulidade do povo.
Isto é claramente ilustrado em Ezequiel 8. O Espírito Santo levou o profeta Ezequiel numa visão ao santuário santo. Ali Ele revelou ao profeta quatro abominações deploráveis que o povo de Deus estava cometendo. Depois, mostrou a Ezequiel uma abominação ainda maior. "Ele me disse: Filho do homem, cava agora naquela parede. Cavei na parede, e vi uma porta. Então me disse: Entra, e vê as terríveis abominações que eles fazem aqui. Entrei, e vi" (Ezequiel 8:8-10).
O que Ezequiel viu o deixou horrorizado. As paredes da câmara estavam repletas de pinturas de "toda forma de répteis, e de animais abomináveis, e todos os ídolos da casa de Israel" (8:10). Diante destas paredes estavam setenta anciãos de Israel, balançando incensários. Eles estavam adorando o espírito por trás das pinturas.
O Espírito Santo disse a Ezequiel que esta cena revelava o que estava preenchendo a mente dos anciãos de Israel. E o que estes homens estavam pensando é o seguinte: "O Senhor não nos vê; o Senhor abandonou a terra" (8:12). Amado, aqui estava o espírito de Baal plenamente exposto. Através de uma visão dada pelo Espírito Santo, Ezequiel viu em primeira mão como este espírito edifica um altar na mente de uma pessoa e assume o controle. Como consequencia, os líderes de Israel dispensaram o cuidado de Deus por eles. Ao comparar sua pobreza com a aparente prosperidade dos midianitas, eles pensavam: "Onde está nosso Deus? Nossas orações não estão sendo atendidas. Não vemos nenhuma evidência de que Ele esteja se empenhando por nós. O Senhor nos abandonou".
Satanás tinha realizado com sucesso sua única e primordial missão: incutir na mente dos fiéis que Deus não é quem a Bíblia diz ser. O diabo quer lhe convencer que Deus não é onisciente, onipotente e que cuida de todos. Satanás está em ação constantemente semeando dúvidas em você. Ele faz você pensar que Deus não ouve suas orações, que Ele não cumpre Suas promessas para você. E envia o espírito de Baal para completar esta obra em você.
O espírito de Baal está sempre presente junto ao leito de uma criança morrendo, ou de um membro da família acometido de grave enfermidade. Ao vermos nossos amados sofrendo, nos perguntamos sobre os propósitos de Deus. E repentinamente, um medo é injetado em nossa mente. Mais tarde, quando a morte chega, aquela semente de dúvida é regada. Logo nos vemos perguntando: "Como um Deus de amor pode permitir que isto aconteça?"
No mês passado eu estava ouvindo reportagens pelo rádio sobre o um ano dos ataques de 11 de setembro. Centenas de pessoas estavam sendo entrevistadas. A grande maioria afirmou ter perdido toda a confiança em Deus após os ataques. A resposta típica era: "Como poderia um Deus justo e cheio de amor ficar parado e deixar isto acontecer? Não posso mais acreditar num Deus que permite a morte de tantas pessoas." Várias pessoas declararam: "Meu Deus morreu em 11 de setembro".
Não interessa se você é um consagrado apaixonado por Jesus ou um incrédulo. Depois de todo desastre, calamidade ou acidente fatal, Satanás envia legiões de espíritos demoníacos para realizar a obra de Baal. Eles chegam imediatamente, sussurando: "Onde estava Deus? Como Ele permitiu uma coisa dessas?" Atualmente há uma incerteza generalizada em nossa sociedade. Falências estão ocorrendo em elevado número. Trabalhadores tem receio de perderem os empregos. Ao olharem para o futuro as pessoas são tomadas pelo medo. Eu lhe digo que é justamente em épocas assim que Satanás lança um ataque geral. Ele quer entrar em sua mente, lançar sementes e edificar um altar de Baal. Ele quer que você duvide de tudo que conhece sobre a palavra de Deus. O que a Ordem de Deus Para "Derrubar os Altares de Baal" Tem a Ver Conosco? Você pode pensar: "Não tenho idolatria em minha vida. Como vou derrubar um altar de Baal?" Deixe-me enfatizar novamente que Baal é um espírito de incredulidade. Você pode ter se arrependido dos pecados, clamado a Deus por misericórdia, ter atendido todos os avisos proféticos. Mas se tem dúvidas em seu coração sobre a fidelidade de Deus, você está sujeito ao espírito de Baal. E Deus está lhe dizendo: "Você precisa retirar este espírito de incredulidade da sua alma".
Creio que simplesmente não compreendemos o quanto Deus odeia a incredulidade em Seu povo. Nós não a vemos como a terrível maldição que é como as escritura a chamam. Não percebemos que toda dúvida, todo pensamento de incredulidade é do espírito satânico de Baal.
O profeta Jeremias descreve a incredulidade como sendo um pecado "escrito com um estilete de ferro, gravado com ponta de diamante na tábua do seu coração" (Jeremias 17:1). Segundo ele, Deus falou a Israel: "o fogo que acendeste na minha ira arderá para sempre" (17:4). Qual era o pecado deles? "Maldito o homem que confia no homem, que faz da carne o seu braço, e cujo coração se aparta do Senhor... Bendito o homem que confia no Senhor, e cuja esperança é o Senhor" (17:5.7). Guarde estas palavras marcantes na memória enquanto retornamos a Gideão. Aqui estava um homem que clamava a Deus, ao qual foi dada uma impressionante palavra profética, e que atendeu a esta palavra. Mas Gideão ainda abrigava dúvidas e medos. Por que? O pai de Gideão tinha eregido um altar a Baal na propriedade deles. Era apenas uma estátua de madeira. Mas o espírito por trás dela tinha construído uma fortaleza no coração de Gideão. Cada vez que Gideão passava em frente dela, a voz daquele ídolo falava à sua alma: "Veja sua pobreza, sua labuta, suas necessidades não satisfeitas. Onde está Deus?" Na verdade, o ídolo testemunhava para todo israelita que o via: "Deus não está com voces. Ele não liga. Ele está muito ocupado com coisas do mundo para se preocupar em alimentar e proteger um pequeno povo como vocês. O Senhor os abandonou".
Agora, em Juízes 6, um anjo traz esta palavra a Gideão: "O Senhor é contigo, homem valente" (Juízes 6:12). Deus pronuncia apenas seis palavras aqui. E as quatro primeiras não são dirigidas apenas a Gideão, mas a todo o Seu povo, inclusive à igreja hoje em dia: "O Senhor é contigo." O Senhor está dizendo essencialmente: "Vocês só precisam dessa promessa: Eu estou com vocês."
Amado, esta verdade tem que se tornar o fundamento real da nossa fé. Não importa o que nos aconteça - privação, tragédia, doença, pobreza, tentações - a promessa do nosso Pai permanece: "Eu estou com vocês." Em todas as nossas provações, especialmente quando estamos sendo flagelados e oprimidos, temos que nos apegar a essa palavra. Temos de clamar com fé: "Eu sei que estás comigo, Senhor. E se Tu estás comigo, quem pode estar contra mim?" Contudo quando Gideão encontrou o anjo do Senhor, ele tinha um espírito de incredulidade no coração. Ele respondeu ao anjo: "Se o Senhor é conosco, por que tudo isso nos sobreveio? E que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: Não nos fez o Senhor subir do Egito? Porém agora o Senhor nos desamparou, e nos entregou nas mãos dos midianitas" (6:13). As palavras de Gideão soam familiares? Ele estava dizendo as mesmas coisas que ocupavam as mentes daqueles setenta anciãos na visão de Ezequiel: "O Senhor não nos vê; o Senhor abandonou a terra" (Ezequiel 8:12). Eles diziam a si mesmos: "Sim, há um Deus. Ele existe, e é o Criador de tudo. Mas Ele não toma conhecimento de nós. Ele não vê nossa situação. Ele nos abandonou." Deus já Tinha Dado Ordem a Gideão, "Vá, Liberte Israel. Eu Estarei Contigo." Mas Ainda Havia uma Questão a Ser Tratada no Coração de Gideão. O Senhor falou a Gideão: "Você ainda tem dúvida de que estou consigo. Isto é idolatria, Gideão. É o espírito de Baal. Agora vá, tome o boi de seu pai, e derrube aquele ídolo. Depois corte todas as árvores do bosque, e use-as para construir um novo altar. Você irá consumir o ídolo de seu pai neste altar. Quero que derrube este símbolo de incredulidade e o destrua completamente."
Por que o Senhor escolheu este homem incrédulo para derrubar Baal? Foi claramente um ato da terna misericórdia de Deus. Aqui estava um homem com grandes dúvidas, lutando para acreditar que Deus ao menos se incomodava com ele. Ele estava tão incrédulo que poderia dizer a um anjo: "Deus nos abandonou." E ele testou Deus várias vezes. Mas toda vez Deus esclareceu a dúvida de Gideão.
Deixe-me dar um exemplo. Mais adiante, quando Gideão estava prestes a ir para a batalha, ele testou Deus. A situação de Israel parecia impossível. Portanto Gideão orou: "Senhor, se Tu estás realmente conosco nesta batalha, mostra-me. Porei uma porção de lã na grama esta noite. Amanhã saberei se estás conosco, se a lã estiver molhada mas a grama ao redor estiver seca." Você pode estar espantado com a audácia de Gideão. Mas, na manhã seguinte Gideão viu que o chão estava seco. E quando pegou a lã, estava encharcada de água, exatamente como ele tinha pedido. A maioria de nós é como Gideão. Deus vem a nós fielmente em provação após provação, nos ajudando e providenciando o que precisamos. Mas então nos deparamos com uma nova situação, e dizemos: "Senhor, esta é a minha pior crise até agora. Nunca enfrentei uma coisa dessas. Estou com dúvidas." Há alguma incredulidade em você? Você está lutando, fazendo perguntas do tipo: "Onde estás, Senhor? Não tens visto minhas lágrimas? Onde há qualquer prova de que estás comigo na minha provação? Tu me abandonastes? A minha fé não move o Seu coração? Por que não removes estes fardos de cima de mim?" O Senhor não condena nem despreza ninguém por atravessar fases de dúvida e medo. A verdade é que Deus sabia que as dúvidas de Gideão não eram acusações. Eram questionamentos. Gideão estava simplesmente procurando respostas. Eu lhe digo o seguinte: o Deus de misericórdia que encontrou um Gideão incrédulo e o chamou para entrar em ação, deseja fazer o mesmo com você. Ele tem grandes vitórias planejadas para você. E deseja vencer cada inimigo em sua vida. Portanto, Ele quer lhe dar Seu poder e autoridade para derrubar toda fortaleza: toda dúvida, todo medo, todo pensamento de incredulidade. O Senhor me fez entender que Ele está para realizar uma obra específica na vida de muitos cristãos. Na verdade, está para lhes dar a mais importante vitória de todas. Ele já os está conduzindo a novos recantos de paz e descanso em Cristo. E está prestes a revelar Seu braço forte para com eles. Acredito que este seja o propósito de Deus para muitos leitores desta mensagem. Ele está para fazer algo novo em você. Mas primeiro, você precisa derrubar todo pensamento de dúvida, e deixar todo medo. Deus quer que você derrube completamente o espírito de Baal do seu coração, e comece a viver e falar em fé.
O Senhor vai fornecer o touro forte necessário para derrubar este ídolo. Ele lhe dará o poder e a força do Seu Espírito Santo. Portanto, avise o inimigo: "Deus está comigo, diabo. Você não pode me fazer mal. E não pode impedir Seus planos para a minha vida. O Senhor tem vitórias preparadas para mim."
Autor: David Wilkerson
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quinta-feira, 23 de maio de 2013
O Mistério Dos Três Anjos no Antigo Testamento
Ao ler os capítulos 18 e 19 do livro de Gênesis, uma questão me inquietou. Tantos sermões já ouvi sobre a visita dos anjos a Abraão, também não era a primeira vez que meus olhos contemplavam aquelas linhas, como não havia notado antes? Corri em busca de respostas no rodapé da minha Bíblia de estudo, não encontrei. Digitei no Google, páginas do Brasil, sem sucesso. Mas, em alguns poucos sites de língua inglesa, lá estava à explicação, por pastores e teólogos. O motivo da dúvida é:
Se em Gênesis 18, três anjos visitam Abraão, como é que na passagem seguinte, apenas dois chegam a Sodoma?
1 “E O Senhor apareceu a Abraão nos carvalhais de Manre” 2 “E levantou os seus olhos e eis três homens em pé junto a ele. E vendo-os, correu da porta da tenda ao seu encontro e inclinou-se à terra” 16 "E levantaram-se aqueles homens dali, e olharam para o lado de Sodoma; e Abraão ia com eles acompanhando-os” 22 Então viraram aqueles homens os rostos dali, e foram-se para Sodoma; mas Abraão ficou ainda em pé diante da face do Senhor. Gênesis 18.1; 2; 16; 22
Cap. 19: E vieram os dois homens a Sodoma à tarde, e estava Ló assentado à porta de Sodoma...
Onde estava o terceiro anjo? Jamieson Fausset cita publicação de Brown editora Zondervan, página 28.
“Como forma de boas vindas, na época de vida de Abraão, era comum correr de encontro aos visitantes quando estes eram pessoas comuns. Agora, em se tratando de estrangeiros, o costume era avançar, colocar o braço em volta da cintura ou tocar-lhe no ombro. Tudo indica que pela maneira como Abraão avançou na direção dos homens, ele os reconheceu como seres de outra pátria. Continua Brown: "E apareceu o Senhor a Abraão... A palavra "Senhor" no cap. 18, em concordância com o dicionário grego Strong (pg 3068) denota ser celestial: Jeová ou "Hashem" "Adonai" como falam os judeus.”
E O senhor Já havia falado outras vezes com Abraão... Gên. 15:01 e 17:1 lê-se: "O Senhor apareceu a Abraão"
É possível o homem ver Deus?
Em Êxodo 33:20 Deus diz para Moisés:"Não poderás ver a minha face, porquanto homem nenhum verá a minha face, e viverá". Baseado neste verso, muitos julgam impossível que o homem veja Deus. Mas, Deus estava falando com Moisés! E em Êx; 33:11 está escrito: "E falava o senhor com Moisés face a face"
Há contradição na Bíblia?
Não. O que acontece, é a possibilidade do homem comunicar-se com Deus através da Teofania - Termo usado para indicar a aparição do Próprio Deus, de maneira que o homem possa suportar. Essa forma de manifestação é bem presente por todo o Antigo Testamento.
Voltemos à questão:
Gên 18: Deus aparece a Abraão, três anjos o visitam e depois seguem para Sodoma e Gomorra para anunciar a destruição. Apenas dois anjos chegam ao destino. E o outro anjo?
Eis aqui uma revelação surpreendente! Enquanto os dois anjos seguem viajem para Sodoma e Gomorra, Abraão recebe a notícia da destruição da cidade e realiza a conhecida e maravilhosa oração intercessória em favor do lugar. “E disse: eis que agora me atrevi a falar ao Senhor... não se ire, se por acaso se acharem dez justos naquele cidade? Não a destruirei por amor dos dez. E retirou-se o Senhor quando acabou de falar a Abraão" Gn 18: 32,33.
Um dos anjos não seguiu para Sodoma, porque era o próprio Jesus: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem” (I Timóteo 2:5). Ele foi quem ouviu face a face a oração de Abraão em favor dos habitantes de Sodoma e Gomorra.
Dessa forma fica clara a interpretação da passagem do Novo Testamento em que Jesus disse: “Abraão vosso pai, exultou por ver o meu dia, e viu-o e alegrou-se” ao que responderam os Judeus: Ainda não tens cinqüenta anos, e viste Abraão? Disse-lhe Jesus: Em verdade, em verdade, vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou" João 8:56-58. Portanto, é uma inverdade afirmar que Jesus não está presente no Antigo Testamento, por dois motivos:
Jesus É a Palavra de Deus, o Verbo, impossível de ser anulado da história da criação e redenção do homem :“Eu sou o Alfa e o Ômega o principio e o fim, o primeiro e o derradeiro” Ap. 22:13.
Ele esteve presente através da Teofania falando face a face com o homem. E assim, em uma análise mais aprofundada das Escrituras, o Mistério dos três anjos foi revelado. Quem procurar no Google já encontrará esta explicação Bíblica.
Autor: Wilma Rejane
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quarta-feira, 15 de maio de 2013
O Valor do Caráter
O que faz um homem digno de ser seguido? Certamente, alguns são líderes somente por título ou posição. Mas, o tipo de homem que inspira outros a segui-lo é um homem de virtude ou caráter. Dwight Eisenhower, ex-general e ex- presidente dos Estados Unidos, certa vez disse: "Para ser líder, um homem deve ter seguidores. E. para ter seguidores, este homem precisa obter a confiança deles. Portanto, a suprema qualidade de um líder é a integridade inquestionável. Sem isso, não há possibilidade de nenhum sucesso real… Se os companheiros acharem-no culpável de falsidade, se o acharem carente de integridade, ele falhará. Seus ensinamentos e ações precisam concordar entre si. Por conseguinte, a primeira grande necessidade de um líder e integridade e excelente determinação".
A despeito do fato de que muitos líderes procuram menosprezar a importância do caráter na "vida particular" de uma pessoa, certamente aquilo que um homem é em sua privacidade afeta profundamente sua vida pública. Se um homem prova sua integridade em cumprir obrigações básicas para com sua esposa e filhos, ele provavelmente será confiável nos outros compromissos da vida. Tendo estabelecido a importância da liderança espiritual, no capítulo anterior, podemos agora tratar de sua essência. Entender os elementos essenciais da liderança espiritual proporciona a motivação e o equipamento que precisamos para avançar no papel que Deus nos confiou. Qual é o primeiro passo para ser um líder espiritual? Liderança começa em seu coração e sua vida. Se você não consegue liderar a si mesmo, não conseguirá liderar outros. Todas as companhias aéreas têm vídeos de segurança ou instruções pessoais que incluem informação sobre a perda de pressurização da cabine. Se a cabine de uma aeronave perde pressurização, máscaras de oxigênio caem sobre os assentos. Os pais são orientados a primeiramente colocarem suas próprias máscaras, antes de arrumar a colocação das máscaras de seus filhos. Um pai ou uma mãe que desmaia na tentativa de colocar a máscara em seu filho, não será de ajuda para si mesmo ou para a criança! Esta ilustração é também uma verdade na liderança familiar. Você precisa antes cuidar de seu coração e de sua vida, para estar pronto a liderar sua família. David Vaughan, em seu livro The Hillars of Leadership (Os Pilares da Liderança), faz a observação perspicaz de que "a verdadeira liderança é muito mais profunda que qualquer influencia ou vantagem, entretanto, pode trazer tanto uma como outra. Não é primariamente o que um homem faz, mas o que ele é — não a sua influência, mas seu caráter". Enquanto o caráter meramente possa parecer simplista ou superestimado como base da liderança, para líderes espirituais não há outro lugar por onde começar! J. R. Miller, um devotado pastor do século dezenove, expressou com simplicidade: "O marido tem sua parte. Ele deve ser um bom homem… Nenhum homem está preparado para ser marido, se não for um bom homem. Ele não precisa ser importante, nem rico. nem brilhante, nem inteligente, mas tem de ser bom. ou não é digno de ter a dócil, confiável e terna vida de uma esposa sob seus cuidados". Existem ao menos três simples razões pelas quais um caráter piedoso é o primeiro componente da liderança espiritual. Primeiro, Jesus ensinou: raiz produz fruto (Mt 7.15-20). Este conceito é verdadeiro tanto na sua vida como na sua família! Um coração voltado para o Senhor será manifestado em uma vida voltada para Deus. Sua santidade vai produzir frutos em sua esposa e filhos. Segundo, se o seu exemplo diferir de suas palavras, sua família seguirá o seu exemplo! As pessoas não seguem líderes aos quais não respeitem. Você pode fazer-se eloquente em dizer a seus filhos que Jesus é a prioridade na vida. Mas, se eles o virem faltando à igreja em três de cada quatro domingos, a fim de ter divertimento, suas palavras parecerão fingidas. Não apenas os pregadores têm de "praticar o que pregam". Dizer: “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço" não inspirará o coração de sua esposa e filhos. A terceira razão pela qual um caráter piedoso é a base da liderança espiritual, é que pessoas foram criadas para imitar. Jesus não desceu do céu somente para morrer na cruz, ressuscitar e, então, "voar" de volta para o céu. Ele veio para viver com seus discípulos. Ele os ensinou verbalmente, e viveu esses ensinamentos, dando 33 anos de exemplo perfeito. A liderança espiritual que você precisa assumir tão seriamente deve começar em seu coração e em sua vida. Requisitos Bíblicos para LiderançaA Bíblia sempre requer santidade nos homens que lideram. Em Êxodo 18, Jetro disse a Moisés que ele precisava recrutar homens para ajudá-lo a julgar a nação de Israel. Disse que se escolhessem "homens capazes, tementes a Deus. homens de verdade, que aborreçam a avareza" ( x 18.21). As habilidades que Moisés teria de procurar, brotariam do forte caráter de santidade deles. Talvez teria sido mais fácil, inicialmente, escolher homens que fossem populares com as pessoas ou que tivessem um currículo de empreendimentos seculares bem-sucedidos, sem preocupação com a atitude do coração deles para com Deus. Mas, a longo prazo, o povo de Deus sofreria espiritualmente, porque das raízes desses corações carnais teriam nascido frutos maus.Em Atos 6.1-2. entre o grande grupo de cristãos que ainda vivia em Jerusalém, algumas viúvas eram negligenciadas na distribuição de alimento. A solução foi selecionar "sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos deste serviço" (At 6.3). Mesmo para supervisionar o atendimento às mesas, caráter era o que predominava na descrição para executar o trabalho. A habilidade também estava incluída — "aos quais encarregaremos deste serviço" — mas caráter era a exigência chave. Os homens teriam que ser bons, sábios e cheios do Espírito de Deus, para se adequarem à tarefa. As qualificações bíblicas para os oficiais da igreja, presbíteros e diáconos contêm vários requisitos de virtudes (sobriedade, autocontrole, gentileza e desapego ao dinheiro); e ainda contêm outros requisitos sobre habilidades específicas (veja ITm 3 e Tt 1). As duas listas, contudo, incluem ou começam com a qualificação "irrepreensível”. Se outros puderem apontar uma falha moral visível na vida de um homem, então, ele não é irrepreensível e não estará capacitado a servir em nenhum desses ofícios! Como pastor, dê-me dois ou três homens santos para liderarem a igreja Comigo, em vez de cinco ou seis experimentados líderes seculares de integridade questionável. Como é verdadeiro em políticos, também o é em todos os líderes; não importa o quanto uma pessoa promete, se não tem caráter para manter sua palavra. A maior dádiva que você pode dar a sua esposa e filhos é sua santidade pessoal. Ainda que não seja um padrão perfeito, esta postura deve ser consistente com um crescimento em santidade. O Âmago de um Caráter PiedosoVocê não pode levar sua família a seguir Jesus, se pessoalmente não é um seguidor de Jesus. Você já chegou a uma posição em sua vida onde parou de confiar em si mesmo e em sua própria bondade, para ter um correto relacionamento com Deus? A única maneira de uma pessoa ser verdadeiramente perdoada e justificada perante o Senhor é pela fé no Senhor Jesus Cristo. Ele obedeceu perfeitamente às leis de Deus e morreu na cruz como sacrifício substitutivo pelos pecadores. Três dias depois. Deus O ressuscitou da morte, e Ele oferece perdão a todos que invocarem seu nome. A Bíblia diz: “O salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor" (Rm 6.23). Você começa a ser um líder espiritual, quando deixa seu pecado e se apega a Cristo.Disciplinas EspirituaisÉ sempre difícil para um atleta conseguir fazer sucesso, após ter permanecido sem treinar, enquanto tentava conseguir um contrato melhor. Ele pode ter obtido a melhor performance como amador, mas, depois de passar algum tempo sem treinamento, sua precária condição física e a falta de conhecimento das táticas do time impedirão o seu sucesso. Infelizmente, o mesmo pode ser dito dos líderes familiares. Muitos homens procuram liderar suas famílias, mas agem como desportistas que aguardam uma oferta melhor. Sim, eles crêem em Cristo, mas ou são crentes neófitos, malnutridos, ou são muito ocupados com as coisas do mundo, para progredirem seriamente em maturidade cristã. Sua falta de tempo para o treinamento impede sua liderança espiritual.Paulo nos diz que o caminho para crescer em maturidade é gastar tempo treinando no Ginásio de Deus. 1 Timóteo 4.7-8 diz:"Mas rejeita as fábulas profanas e de velhas caducas. Exercita-te, pessoalmente, na piedade. Pois o exercício físico para pouco é proveitoso, mas a piedade para tudo e proveitosa, porque tem a promessa da vida que agora é e da que há de ser". A palavra grega traduzida por "exercita" deu origem ao nosso vocábulo "ginásio". Precisamos nos utilizar dos meios que o Espírito Santo usa para desenvolver o caráter piedoso em nós. Consideremos três disciplinas espirituais básicas.1) Leitura BíblicaComo leite para um bebê, assam é a Bíblia para o cristão. Pedro disse: "Desejai ardentemente, como crianças recém nascidas, o genuíno leite espiritual, para que, por ele, vos seja dado crescimento para salvação" (I Pe 2.2). No Salmo 19, Davi analisa o efeito poderoso da Bíblia na vida de uma pessoa. "A lei do Senhor é perfeita e restaura a alma; o testemunho do Senhor é fiel e dá sabedoria aos símplices. Os preceitos do Senhor são retos e alegram o coração; o mandamento do Senhor é puro e ilumina os olhos. O temor do Senhor é límpido e permanece para sempre: os juízos do Senhor são verdadeiros e todos igualmente, justos" (SI 19.7-9). Estas seis descrições das Escrituras esclarecem que, se você quer progredir no caráter cristão, a Bíblia deve fazer parte de sua dieta diária!2) OraçãoSe a Bíblia é o Senhor falando conosco, a oração somos nós falando com Deus. Certa vez. Jesus contou uma história para ensinar-nos "o dever de orar sempre, e nunca esmorecer". (Lc 18.1). Em outra parte, Paulo ordenou aos crentes: "Orai sem cessar" (ITs 5.17). Certamente, ser um líder espiritual envolve orar por sua esposa e filhos, mas também é essencial orar por si mesmo! Se você quer crescer em maturidade cristã, precisará da ajuda de Deus. Peça a Ele que o faça sábio, santo, fiel, amoroso e forte — alguém que entenda e viva a verdade da Bíblia. Às vezes, eu também tenho de pedir energia e humildade para brincar de bonecas com minha filha, ao fim de um dia estressante!3) Envolvimento na IgrejaA vida cristã não foi planejada para ser vivida de modo solitário. Embora sejamos individualmente responsáveis por seguir a Cristo, fomos feitos por Ele com a necessidade de convivermos com outros cristãos. Precisamos do exemplo, da responsabilidade, do discernimento nas Escrituras e do encorajamento prático de outros. Hebreus 10.25 nos diz para não deixarmos de congregar, como é costume de alguns, mas para encorajarmo-nos uns aos outros, especialmente ao vermos que a volta de Jesus se aproxima. Este encontro regular de encorajamento é a reunião da igreja.Uma das coisas mais importantes que você pode fazer para crescer em santidade é ser membro ativo de uma igreja onde a Palavra de Deus é fielmente pregada e vivida. Se você não estiver ligado a outros, na família da igreja, todo o seu entendimento prático do papel de marido estará minado. Ainda que alguns objetem que o sério envolvimento na igreja toma o tempo da família, seu avanço em maturidade cristã realmente intensificará cada momento em que vocês estiverem juntos. Embora seja possível exceder-se no tempo dedicado à igreja, o problema mais típico é não envolver-se! Não é tão exagerado dizer que, se você pratica estas disciplinas fielmente, provavelmente já esteja progredindo como líder espiritual. Contudo, se você não "se exercita" constantemente no Ginásio de Deus, poderá ler todos os manuais de como ser um bom marido e pai, e, ainda assim, falhar como líder espiritual. Aquele que espera um cargo ideal para começar a praticar aquilo que já aprendeu, não é um líder eficiente! Você pode ser capaz de liderar sua família já na "categoria amador", mas dificilmente será tão nobre quanto na grande "categoria profissional" de avanço do reino de Cristo neste mundo!
| Autor: Pastor Josias Moura | Divulgação: EstudosGospel.Com.BR |
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A linguagem do choro em Naim
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| Jesus se compadeceu dela e disse: Não chores! E devolveu a vida ao morto. |
Wilma Rejane
O encontro de Jesus com a viúva da cidade de Naim é descrito em apenas seis versos no Evangelho de Lucas que ao final do capitulo frisa: “Todas essas coisas foram referidas a João pelos seus discípulos” Lucas 7: 18. Um milagre sobre ressurreição, cujo objetivo principal era demonstrar o poder de Jesus sobre a morte. Por muitas vezes já passei o olhar sobre esses versos me alegrando pela certeza de que somente Jesus tem todo poder e autoridade para trazer de volta a vida, quem quer que seja. Lucas estava lá, viu o jovem rapaz se levantar do caixão e a multidão entoar glórias a Deus. Se alguém saiu correndo de medo, não se sabe, mas a Bíblia diz que: “Todos ficaram possuídos de temos e glorificavam a Deus” Lucas 7:16.
Vendo-a o Senhor se compadeceu dela e disse: Não chores! Lucas 7:13
Além da ressurreição do filho da viúva, tem outros aspectos dessa passagem, que gostaria de enfatizar, detalhes que não foram ditos e que intrigam o leitor sedento por conhecer mais sobre o agir de Deus. Por exemplo: Em que momento da narrativa vemos a viúva orando a Jesus, pedindo para seu filho ser ressuscitado? Não é dito, mas sabemos que ela chorava acompanhada de grande multidão. Naim era uma pequenina cidade, ainda existe nos dias atuais no sopé do monte Tabor e não cresceu muito, seu nome significa: “ graciosa, bela,charmosa”. Diante dessa descrição de Naim, podemos afirmar que a multidão que acompanhava o cortejo era proporcionalmente grande. A cidade era pequena e estava praticamente em peso se solidarizando com a viúva. Isso também nos leva a crer, que a viúva era uma pessoa honrada e bem conceituada em Naim.
Em que momento a viúva orou, clamou para Jesus ressuscitar seu filho? Não se sabe, o que é descrito é: “ Saia um cortejo fúnebre da cidade de Naim, e às portas da cidade, Jesus e seus discípulos encontram os que saiam ao enterro, grande multidão. Jesus olha para a mãe do jovem morto, se compadece dela e diz: Não chores! Chegando, tocou o esquife e parando o que os conduziam disse; jovem, eu te mando, levanta-te! Sentou-se o que estava morto e começou a falar” Lucas 7: 11 -15. Quanto amor o de Jesus! Ele não age apenas porque tem o poder, mas porque é movido por amor! Jesus teve compaixão da mãe, das lágrimas, da dor e foi ao encontro dela. Lágrimas são orações, choro é linguagem que desperta a ação de Deus! Jesus leu o que cada lágrima escorrida no rosto daquela mão queria dizer e ela não disse porque não cabia em palavras. E Jesus a acalentou com um: Não chores!
Você já parou para pensar que aquele filho morto era a última coisa que dava alegria àquela mulher? Viúva, sem marido, e agora ficaria sem filho. Ela tinha a amizade de muitas pessoas, mas não era suficiente. A esperança estava depositada no filho. Aquelas lágrimas eram de um choro profundo, mesmo porque nenhum choro se compara ao choro de uma mãe por seus filhos. Não sabemos se ela tinha condições de ter outros filhos, de casar de novo, não se sabe, mas o que marca a vida da viúva de naim, para sempre, é seu encontro com Jesus. Ele devolve a alegria para aquele coração tão angustiado e aflito. Jesus a amou e fez por ela, o que ninguém mais poderia fazer. Essa ênfase de Jesus em relação ao choro da viúva nos traz conforto e ânimo. Porque Jesus se compadece de nossas fraquezas, decepções e ouve a oração do choro, até conta nossas lágrimas.
Tu contas as minhas vagueações; põe as minhas lágrimas no teu odre. Não estão elas no teu livro? Salmos 56.8
Você conhece algum outro Deus que conta lágrimas, que decifra a linguagem do choro? Não conheço, nunca ouvi falar. Mas Jesus é o que passa a mão em nosso rosto e enxuga amorosamente as lágrimas. A viúva de Naim estava se aproximando da sepultura e sua dor aumentava a cada passo, mas pelo caminho: Jesus. É possível mudar situações, transformar pessoas? O Evangelho nos confirma que sim, porque Jesus veio para salvar. Mães que choram pelos filhos, Deus ouve. Filhos que choram, Deus também ouve. Maridos, esposas que choram, Deus ouve. Mas Ele não ouve apenas, Ele lê a linguagem das lágrimas, das palavras que não cabem nos lábios. Você lembra do choro de Ismael? Uma criança chorando no deserto porque estava com sede, havia acabado a água que sua mãe Agar carregava enquanto fugia desesperada:
“E consumida a água do odre, lançou o menino debaixo de uma das árvores. E foi assentar-se em frente, afastando-se à distância de um tiro de arco; porque dizia: Que eu não veja morrer o menino. E assentou-se em frente, e levantou a sua voz, e chorou. E ouviu Deus a voz do menino, e bradou o anjo de Deus a Agar desde os céus, e disse-lhe: Que tens, Agar? Não temas, porque Deus ouviu a voz do menino desde o lugar onde está. Ergue-te, levanta o menino e pega-lhe pela mão, porque dele farei uma grande nação.” (Gênesis 15:15-18)
A mãe também chorava, mas foi o choro do bebê que Deus ouviu, a oração dele. Crianças oram através do choro porque ainda não sabem usar as palavras, as lágrimas são a linguagem da angústia, do clamor. Não desprezemos o choro das crianças. Outra lição é de que até mesmo as lágrimas têm que ter linguagem agradável a Deus: Por que choramos? Agar não chora com Ismael em seus braços, ela chora antecipadamente pela morte do filho, não para que ele viva. O menino chora porque não quer morrer, porque quer colo. Fato é que nas duas história aqui descritas: a viúva de Naim e Ismael, Deus ouve o choro e vem em socorro.
Existe algumas teologias que afirmam que o cristão não deve chorar, mas se alegrar sempre, louvar na tristeza, mas não é bem assim. Choro é oração e também move a Deus. No sermão da montanha Jesus disse: “Bem aventurados os que choram, porque eles serão consolados” (Mateus 5:4). Então, amados leitores, não choremos sem esperança ou consolo porque Deus vê cada lágrima e lê a linguagem delas. Assim como Ele devolveu a vida ao filho da viúva de Naim, que já havia perdido o marido e a alegria, Ele pode devolver a vida a situações que nos fazem chorar. Ainda que pensemos estar sozinhos, como Ismael no deserto, mas Ele ouve desde os céus. O importante é jamais perder a fé de que Deus traz a existência as coisas que não existem (Romanos 4: 17).
Só para concluir, cito também o exemplo de Maria Madalena que chorava a entrada do sepulcro de Jesus se achando sozinha e abandonada. Jesus aparece para ela e pergunta: “Mulher, porque choras? E ela responde: Levaram meu Senhor, não sei onde o puseram. Disse-lhe Jesus: Maria! Ela voltando-se disse: Raboni (que quer dizer Mestre). Jesus estava com ela, mas ela não via porque o tinha como morto. Mas Ele estava vivo e perto. E assim é para conosco.
Que a paz e o amor de Jesus seja com todos.
Artigo relacionado: O Filho da viúva de Naim
terça-feira, 14 de maio de 2013
A
redescoberta de José
As
novas revelações sobre a figura misteriosa
do carpinteiro que foi o pai de Jesus na Terra
do carpinteiro que foi o pai de Jesus na Terra
Por
Célia Chaim
Nos
últimos tempos, os pesquisadores religiosos se debruçaram sobre escritos
antigos com a missão de trazer novas revelações a respeito do mais obscuro
personagem da Sagrada Família: São José, o pai de Jesus na Terra. Essas
descobertas preciosas jogam luz sobre parte da vida misteriosa do homem que se
comunicava com Deus através de seus sonhos e aceitou a gravidez da mulher,
Maria, como obra do Divino Espírito Santo. Ele atravessou a vida envolto no
manto da discrição. O mesmo ocorreu com sua imagem na história do cristianismo.
Talvez por causa de todo esse mistério, foi criada em torno dele uma aura de
encanto forte o suficiente para atrair milhões de admiradores nos dois milênios
seguintes. Agora, com esses achados, seus devotos e o mundo cristão têm a
chance de entender pelo menos parte desses enigmas.
José
não veio do mundo das letras, não pertencia a nenhum grupo religioso ou da
burocracia estatal. Um homem do interior, da pequena vila de Nazaré, tão
minúscula que nem sequer é mencionada em todo o Primeiro Testamento. Na época,
falava-se que ele era fundamentalmente um carpinteiro, que fazia casas, telhas,
móveis... As pesquisas recentes trazem revelações importantes sobre São José. A
primeira: ao contrário do que muitos acusaram no passado, ele não era um pai
alienado e distante. Na verdade, mostrava-se adorável para Jesus, o guiava e o
tranqüilizava com beijos. Outra constatação: depois de Maria, era ele o mais
respeitado, ouvido e valorizado por Deus. Apontou-se também, numa nova corrente
de crença religiosa, que ele, na sua espiritualidade, se comunicava e recebia
mensagens do Senhor através de sonhos, como uma espécie de telepata.
Um
dos raros livros que registram a vida desse homem enigmático – São José, a personificação do
Pai (Editora Verus), de Leonardo Boff –
conta que o artesão, descendente de David, tinha a oficina no pátio da casa. E
que ali, entre pregos, martelos, rolos de barbante e cunha, Jesus teria
iniciado na vida profissional. “É dentro desse universo de trabalho, de mãos
calosas, do suor no rosto, das canseiras cotidianas e do silêncio, que se
desenrolou a vida anônima de José. Provavelmente, ele e Jesus também teriam
trabalhado no campo, no cultivo de plantas e legumes e no pastoreio de cabras,
ovelhas e gado”, conta Boff.
São
Mateus caracterizava José como um homem de personalidade marcada pela justiça.
Uma definição idêntica à do professor de teologia da PUC-SP e ex-padre Fernando
Altemeyer. “Ele era um homem justo, como disse minha mãe”, diz o teólogo. E
silencioso. São José não deixou uma palavra. “O silêncio é a essência de José e
a de quem ele personifica: o Pai celeste”, diz Boff. O reverendo Joseph
Chorpenning, diretor editorial da St. Joseph’s University Press, da Filadélfia,
diz sobre o silêncio em torno de São José: “Na medida em que os Evangelhos são
esparsos em detalhes sobre José, e ele parece desaparecer de cena
sem-cerimônia, acredito que isso tenha despertado uma espécie de meditação
sobre ele em grandes figuras da cristandade ocidental, gerando um retrato mais
completo.” Até a data de sua morte é desconhecida. Só na França provocou
grandes escritos. Sabe-se que é descendente de David.
O
pai de Jesus e marido de Maria ainda não encontrou o lugar merecido dentro da
reflexão da teologia. Mesmo assim, milhões de pessoas, lugares e instituições
levam o seu nome – o mesmo nome que, curiosamente, não aparecia em nenhuma
lista de santos ocidentais até o ano 1000. O Corão,
que data dos anos 600, dedica um capítulo a Maria e nenhuma linha a José. Seria
ele o pioneiro dos excluídos? Quem gosta dele não só gosta, adora, como o
escritor e devoto Paulo Coelho. “Fico feliz de pensar que a mesa onde Cristo
consagrou o pão e o vinho teria sido feita por José – porque ali estava a mão
de um carpinteiro anônimo, que ganhava a vida com o suor do seu rosto e,
justamente por causa disso, permitia que os milagres se manifestassem”, ele
escreve no prefácio do livro de Boff. As escrituras minimizam até seu papel no
Natal a mero coadjuvante de presépio, mas o relacionamento de José com Jesus
inspirou gerações a explorar suas virtudes ocultas.
Inicialmente,
elaboraram sua história para reforçar doutrinas contestadas de Maria. Outros o
utilizaram para responder a crises no catolicismo ou na sociedade, com vários
papas elevando sua imagem como pai de família, trabalhador, patrono de toda a
Igreja, uma mistura variada. Difícil imaginar todos os Josés se unindo numa única
personalidade. Perguntado sobre São José, o padre Ivan Roberto Danhoni, da
centenária Paróquia São José do Belém, em São Paulo, é objetivo: “Era noivo de
Maria, carpinteiro e recebia mensagens de Deus em seus sonhos.” Num deles –
continua padre Ivan – é comunicado que o que aconteceu com Maria (a gravidez) é
obra do Espírito Santo. José, então, a aceita como esposa e a Igreja lhe dá o
título de pai e protetor. “Pai porque é ele que vai cuidar da criança e ensinar
a ela a sua profissão.” É quando São José passa a ser o pai adotivo de Jesus.
Imagens
fantasiosas fazem de José um patriarca velho, com barba e cabelos brancos. Elas
prevalecem em fotos e imagens vendidas em antiquários e nas igrejas que levam
seu nome. Outras dizem que José era jovem e bonito. Os estudiosos ainda não
descobriram qual delas predomina, mas sabem que ele era um homem que se
comunicava pelos sonhos. É estranho, mas, dizem os livros, foi assim que
recebeu a recomendação de ficar com Maria, apesar da gravidez divina, e dar o
nome de Jesus ao filho.
O
mais intrincado capítulo da história recai sobre a geração do Filho de Deus. A
versão que prevalece é a de que Jesus nasceu de uma gravidez divina, tendo como
pai o Espírito Santo. Maria, por essa divindade, continuou virgem. E São José? Ele
teria se transformado no pai de Jesus na Terra. Essa é a versão dominante entre
a maioria das pessoas. “É o Flamengo”, diz o professor Altemeyer. “Quem
acredita veste a camisa.” A outra versão é delicada: põe em dúvida a
virgindade. Os pais da Igreja debateram ferozmente se a união de Maria e José
poderia de fato ser considerada um casamento e se José deveria ser chamado de
pai de Jesus. Foi uma grande fofoca cristã que se virou contra ele.
Pobre
São José. A arte cristã primitiva às vezes o omitia. E até zombava dele.
Ocasionalmente, era pintado dormindo em um evento. Até em brincadeira ele se
tornou personagem entre os clérigos católicos: “Se alguém diz que vai fazer uma
meditação de São José, isso significa que está dizendo em tom de brincadeira
que vai tirar uma soneca.” Essa desmoralização do “santo” José só se reverteu
no final dos anos 1300, quando ele passou por uma das mais extrordinárias
reabilitações religiosas da história do cristianismo. O século XIV viu a fome,
a Guerra dos Cem Anos (entre França e Inglaterra, que tornou Joana D’Arc um
fenômeno inacreditável na arena machista) e a peste negra. A própria Igreja
estava doente, cada vez mais corrupta. Em contraste, José virou um “pai
adorável” para Jesus, bem diferente das descrições anteriores, de um homem
alienado e distante. No livro Christ
the Lord! (Cristo, o Senhor!), Anne Rice,
escritora americana, retrata José como um líder e protetor resoluto de um
garoto que apenas gradualmente percebe sua natureza única.
Um
cristão curioso sobre José não consegue ir além da inspiração sólida do
carpinteiro que é, no mínimo, o pai humano de Jesus, um herói trabalhador que
não nasceu para a santidade, mas que, por sua crença duramente conquistada e
resoluta, encontra um papel na salvação. São José é universal. É o santo
oficial dos católicos do México e do Canadá. Mais mistérios: sua aparência, ao
longo do tempo, mudou. Em 1570, Johannes Nolanus, o czar da arte religiosa,
baniu o velho José da história e o transformou em “vigoroso e atraente”. Teria
se tornado o padroeiro das famílias – o que prevalece até hoje.
O
culto a São José começou provavelmente no Egito, passando mais tarde para o
Ocidente, onde hoje alcança grande popularidade. Em 1870, o papa Pio IX o
proclamou Patrono da Igreja Universal e, a partir de então, ele passou a ser
cultuado no dia 19 de março. Em 1955, Pio XII fixou o dia 1º de maio para “São
José Operário, o trabalhador”. Em 1962, o papa João XXIII colocou o nome de
José no cânone da missa – a primeira inclusão registrada em mais de 1.300 anos.
As novas pesquisas mostram que era ele que o Filho de Deus chamava de “pai”
nesta terra, o padroeiro dos trabalhadores, por ser o carpinteiro que conseguia
o sustento de sua família. “Como é doce, calmo, sereno, suave o pensamento de
São José, meu primeiro e predileto protetor (João XIII).” “Alguns santos
receberam o privilégio de nos proteger em casos particulares. A São José foi
conferido o encargo de nos socorrer em toda a necessidade e em qualquer
negócio: de defender, proteger e amparar com perene benevolência todos os que a
ele recorrem (São Tomás de Aquino).”
A
figura de São José está cercada de ambigüidades. Mesmo assim, ele tem um lugar
assegurado no coração dos fiéis. Em alguns países da Europa, inclusive a
Itália, o 19 de março também é festejado como o Dia dos Pais. “Por outro lado,
ele é o protótipo da pessoa apenas coadjuvante, silenciosa e anônima. Ele ainda
é uma sombra, embora benfazeja. É o modelo do cristão anônimo”, como escreveu
Paulo Coelho. Não deixou nenhuma palavra. Completa o escritor: “Ele falou pelas
mãos, na carpintaria; pelos braços, segurando o menino Jesus; pelos pés,
caminhando para o exílio no Egito; pelo amor, estando junto de Maria. E pelo
cuidado, garantindo o sustento da Sagrada Família.” Os pesquisadores deram passos
importantes. Mas, como se vê, ainda há um bom caminho a percorrer.
(Fonte:
Revista IstoÉ - edição 1904)
(Contribuição de
Irmã Janny)
"E ela lhe disse: Meu pai, tu deste a palavra ao Senhor, faze de mim conforme o que prometeste... (Juízes 11:36)
A Bíblia não menciona o nome da filha de Jefté mas podemos ver que a sua fé, o seu amor e dedicação ao Senhor nos mostra que sua confiança no Senhor estava acima de todo e qualquer medo; a sua confiança a deixava forte sabendo que o seu Deus era Senhor da situação; a sua confiança era cheia da fé que agradava a Deus.
Como o Senhor deve ter-se orgulhado desta jovem que preferiu morrer a desfazer o voto que seu pai fizera a Ele.
Como seu pai deve ter-se orgulhado dela, filha única e tão querida, ao vê-la enfrentar a morte com coragem a fim de que ele não deixasse de cumprir o que havia prometido ao Senhor. Ele prometeu a Deus que ofereceria em holocausto o primeiro que saísse para falar com ele na sua volta para casa.
Ah, irmã, não sei qual seria a minha reação diante de tamanha decisão. Nunca cheguei a passar por tão grande sofrimento mas de uma coisa tenho certeza: o meu Deus, o meu Senhor e Salvador Jesus Cristo, estaria junto a mim neste momento tão difícil! Ele estaria me fortalecendo e me dando sabedoria para fazer a decisão que agradaria a Ele.
Apesar de ser filho de uma prostituta com Gileade, Jefté foi o nono juiz de Israel. Se lermos Hebreus 11:32 vemos que a Bíblia nos diz que ele foi um homem que venceu reinos e praticou a justiça. Ele amava e era fiel ao Senhor.
Sendo visitado pelo Espírito Santo, ele "fez um voto ao Senhor, e disse: Se totalmente deres os filhos de Amom nas minhas mãos, aquilo que, saindo da porta de minha casa, me sair ao encontro, voltando eu dos filhos de Amom em paz, isso será do Senhor, e o oferecerei em holocausto." (Juízes 11:30-31)
Irmã, devemos confiar que o Senhor não tem prazer no mal e Ele, como um Deus onisciente, sabe o que é melhor para Seus filhos. Concordo com Elisabeth Elliot quando ela diz: "Nosso Deus e Pai é amor em Sua essência e, portanto, não é capaz de desejar para seu filho senão o melhor. Ele tem toda a sabedoria e sabe exatamente o que é melhor. Ele é Todo-poderoso e pode nos dar o que quiser" como também tirar o que quiser, pois Ele sabe o que é bom para nós.
Mas por que estou dizendo tudo isto? Quando Jefté fez esta promessa ao Senhor, ele jamais imaginou que quem iria sair para recebê-lo seria a sua filha, a sua única e amada filha. Sim, ela correu para abraçá-lo, ela correu para receber a triste notícia da promessa que seu pai havia feito ao Senhor.
A reação de Jefté foi completamente diferente da reação de sua filha.
Ele ... "rasgou as vestes e disse: Ah! filha minha, muito me abateste, e estás entre os que me turbam! Porque eu abri a minha boca ao Senhor, e não tornarei atrás." (Juízes 11:35).
Ela ... "lhe disse: Meu pai, tu deste a palavra ao Senhor, faze de mim conforme o que prometeste..." (Juízes 11:36)
Daí, tiramos uma lição preciosa: se seguirmos o que a Palavra de Deus nos ensina, os nossos filhos serão salvos e passarão a eternidade no céu, junto ao Senhor.
Imagine se este pai não tivesse...
1) testemunhado do Senhor através da sua vida! Certamente, sua filha não estaria usufruindo das maravilhas que o Senhor havia preparado para ela.
Provérbios 23:26 diz: "Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos observam os meus caminhos." Isto Jefté fez.
2) criado sua filha na doutrina e admoestação do Senhor. Ela, certamente, não estaria usufruindo das maravilhas que o Senhor havia preparado para ela.
Efésios 6:4 diz: "E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-vos na doutrina e admoestação do Senhor." Isto Jefté fez.
3) falado do Senhor à sua filha. Certamente, ela não estaria usufruindo das maravilhas que o Senhor havia preparado para ela.
Deuteronômio 6:6-7 diz: "E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa , e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando." Isto Jafté fez.
Estes são os passos que nós devemos seguir para termos a certeza de que, um dia, nossos filhos estarão conosco no céu, com o Senhor, por toda a eternidade.
Obrigada, Senhor, porque colocaste em meu coração o desejo de andar nos Teus caminhos, sendo exemplo de uma verdadeira crente para meus filhos!
Obrigada, Senhor, porque colocaste em meu coração 'paciência' para, todos os dias, ler a Tua Palavra para eles, falar do Teu amor a eles e orar junto com eles!
Obrigada, Senhor, porque segui os Teus ensinamentos e como discipliná-los!
Obrigada porque abriste cada coraçãozinho a fim de que eles entendessem o Teu grande amor enviando o Teu Filho unigênito, Jesus, para morrer no lugar de cada um deles.
Obrigada, Pai, pela salvação que deste a meus filhos!
Obrigada, Senhor, e receba a gratidão de uma mãe confiante de que, um dia, estaremos todos juntos Te louvando e Te adorando.
Amém!
A filha de Jefté está hoje no céu, graças a Jesus que morreu em seu lugar e graças a fidelidade de um pai que não mediu esforços para falar do amor de Deus a ela.
Irmã, você deve olhar para o exemplo de Jefté que mostrou a sua filha que o Deus que ele aceitou era bom e amoroso e isto ele fazia através do exemplo de vida que ele dava.
Nunca esqueça de que a alma do seu filho pode estar em suas mãos.
Nunca esqueça de ter tempo para seu filho, de orar por ele, de orar com ele, de amá-lo e de falar do Senhor "... assentado em tua casa e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te." (Deuteronômio 6:7)
Fonte: http://panorama-igreja.blogspot.com/2011/03/filha-de-jefte-que-amou-deus-acima-da.html
"E ela lhe disse: Meu pai, tu deste a palavra ao Senhor, faze de mim conforme o que prometeste... (Juízes 11:36)
A Bíblia não menciona o nome da filha de Jefté mas podemos ver que a sua fé, o seu amor e dedicação ao Senhor nos mostra que sua confiança no Senhor estava acima de todo e qualquer medo; a sua confiança a deixava forte sabendo que o seu Deus era Senhor da situação; a sua confiança era cheia da fé que agradava a Deus.
Como o Senhor deve ter-se orgulhado desta jovem que preferiu morrer a desfazer o voto que seu pai fizera a Ele.
Como seu pai deve ter-se orgulhado dela, filha única e tão querida, ao vê-la enfrentar a morte com coragem a fim de que ele não deixasse de cumprir o que havia prometido ao Senhor. Ele prometeu a Deus que ofereceria em holocausto o primeiro que saísse para falar com ele na sua volta para casa.
Ah, irmã, não sei qual seria a minha reação diante de tamanha decisão. Nunca cheguei a passar por tão grande sofrimento mas de uma coisa tenho certeza: o meu Deus, o meu Senhor e Salvador Jesus Cristo, estaria junto a mim neste momento tão difícil! Ele estaria me fortalecendo e me dando sabedoria para fazer a decisão que agradaria a Ele.
Apesar de ser filho de uma prostituta com Gileade, Jefté foi o nono juiz de Israel. Se lermos Hebreus 11:32 vemos que a Bíblia nos diz que ele foi um homem que venceu reinos e praticou a justiça. Ele amava e era fiel ao Senhor.
Sendo visitado pelo Espírito Santo, ele "fez um voto ao Senhor, e disse: Se totalmente deres os filhos de Amom nas minhas mãos, aquilo que, saindo da porta de minha casa, me sair ao encontro, voltando eu dos filhos de Amom em paz, isso será do Senhor, e o oferecerei em holocausto." (Juízes 11:30-31)
Irmã, devemos confiar que o Senhor não tem prazer no mal e Ele, como um Deus onisciente, sabe o que é melhor para Seus filhos. Concordo com Elisabeth Elliot quando ela diz: "Nosso Deus e Pai é amor em Sua essência e, portanto, não é capaz de desejar para seu filho senão o melhor. Ele tem toda a sabedoria e sabe exatamente o que é melhor. Ele é Todo-poderoso e pode nos dar o que quiser" como também tirar o que quiser, pois Ele sabe o que é bom para nós.
Mas por que estou dizendo tudo isto? Quando Jefté fez esta promessa ao Senhor, ele jamais imaginou que quem iria sair para recebê-lo seria a sua filha, a sua única e amada filha. Sim, ela correu para abraçá-lo, ela correu para receber a triste notícia da promessa que seu pai havia feito ao Senhor.
A reação de Jefté foi completamente diferente da reação de sua filha.
Ele ... "rasgou as vestes e disse: Ah! filha minha, muito me abateste, e estás entre os que me turbam! Porque eu abri a minha boca ao Senhor, e não tornarei atrás." (Juízes 11:35).
Ela ... "lhe disse: Meu pai, tu deste a palavra ao Senhor, faze de mim conforme o que prometeste..." (Juízes 11:36)
Daí, tiramos uma lição preciosa: se seguirmos o que a Palavra de Deus nos ensina, os nossos filhos serão salvos e passarão a eternidade no céu, junto ao Senhor.
Imagine se este pai não tivesse...
1) testemunhado do Senhor através da sua vida! Certamente, sua filha não estaria usufruindo das maravilhas que o Senhor havia preparado para ela.
Provérbios 23:26 diz: "Dá-me, filho meu, o teu coração, e os teus olhos observam os meus caminhos." Isto Jefté fez.
2) criado sua filha na doutrina e admoestação do Senhor. Ela, certamente, não estaria usufruindo das maravilhas que o Senhor havia preparado para ela.
Efésios 6:4 diz: "E vós, pais, não provoqueis à ira vossos filhos, mas criai-vos na doutrina e admoestação do Senhor." Isto Jefté fez.
3) falado do Senhor à sua filha. Certamente, ela não estaria usufruindo das maravilhas que o Senhor havia preparado para ela.
Deuteronômio 6:6-7 diz: "E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa , e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando." Isto Jafté fez.
Estes são os passos que nós devemos seguir para termos a certeza de que, um dia, nossos filhos estarão conosco no céu, com o Senhor, por toda a eternidade.
Obrigada, Senhor, porque colocaste em meu coração o desejo de andar nos Teus caminhos, sendo exemplo de uma verdadeira crente para meus filhos!
Obrigada, Senhor, porque colocaste em meu coração 'paciência' para, todos os dias, ler a Tua Palavra para eles, falar do Teu amor a eles e orar junto com eles!
Obrigada, Senhor, porque segui os Teus ensinamentos e como discipliná-los!
Obrigada porque abriste cada coraçãozinho a fim de que eles entendessem o Teu grande amor enviando o Teu Filho unigênito, Jesus, para morrer no lugar de cada um deles.
Obrigada, Pai, pela salvação que deste a meus filhos!
Obrigada, Senhor, e receba a gratidão de uma mãe confiante de que, um dia, estaremos todos juntos Te louvando e Te adorando.
Amém!
A filha de Jefté está hoje no céu, graças a Jesus que morreu em seu lugar e graças a fidelidade de um pai que não mediu esforços para falar do amor de Deus a ela.
Irmã, você deve olhar para o exemplo de Jefté que mostrou a sua filha que o Deus que ele aceitou era bom e amoroso e isto ele fazia através do exemplo de vida que ele dava.
Nunca esqueça de que a alma do seu filho pode estar em suas mãos.
Nunca esqueça de ter tempo para seu filho, de orar por ele, de orar com ele, de amá-lo e de falar do Senhor "... assentado em tua casa e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te." (Deuteronômio 6:7)
Fonte: http://panorama-igreja.blogspot.com/2011/03/filha-de-jefte-que-amou-deus-acima-da.html
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