quarta-feira, 29 de maio de 2013

Quando os gigantes caem.

"Porém Saul disse a Davi: Contra este filisteu não poderás ir para pelejar com ele; pois tu ainda és moço, e ele homem de guerra desde a sua mocidade.
Então disse Davi a Saul: Teu servo apascentava as ovelhas de seu pai; e quando vinha um leão e um urso, e tomava uma ovelha do rebanho,
Eu saia após ele e o feria, e livrava-a da sua boca; e, quando ele se levantava contra mim, lançava-lhe mão da barba, e o feria e o matava.
Assim feria o teu servo o leão, como o urso; assim será este incircunciso filisteu como um deles; porquanto afrontou os exércitos do Deus vivo." (1 Samuel 17:33-36)


Saul, Rei de Israel, experimentado em guerras, conhecedor do Deus de Israel hesitou. Ofereceu riquezas a quem fosse em seu lugar enfrentar Golias (v.25). Saul não tomou a posição que lhe cabia, não entendeu o seu papel e não confiou no poder do Senhor. Olhou a circunstância e recuou. Tudo bem, isso é normal, acontece conosco em vários momentos de nossa vida. Mas, alem de sua covardia quando olhou para Golias, demonstrou também incredulidade quando olhou para Davi. Saul disse: Não poderás ir pelejar por que é muito moço.

Em nossa vida, quantas vezes se dispôs a fazer algo e muitos te disseram: Não vá porque não é capaz. Ou dizer: não vai conseguir porque não tem experiência. Nossos olhos humanos muitas vezes não enxergam a Deus. Davi, não tinha experiência com guerras, mas tinha experiência com o Senhor. Davi nunca havia lutado com um homem, mas já havia matado um leão e um urso (v.36). Quando Davi se colocou como voluntário a ir contra Golias ele sabia que não seria sua força,ou habilidade que venceria. Davi sabia quem vencia por ele.

Durante meu caminhar tenho visto pessoas confiarem em seus conhecimentos e habilidades e quando se deparam com um gigante, recuam. Enfrentam os obstáculos medindo e comparando com sua força, em alguns casos vencem e entram em exaustão, em outros fracassam e se sentem desmotivados a continuar, e ainda tem aqueles que paralisam frente ao adversário. O Stress é uma das consequências sofridas por aqueles que confiam sempre em suas próprias forças. Todas as nossas batalhas são vencidas por Deus, nossa segurança tem que estar no Senhor. Davi sabia disso, por isso pegou 5 pedrinhas e uma funda e exclamou a Golias: "Tu vens com espada, lança e escudo, porém eu venho a ti em nome do Senhor".

Como você tem enfrentado suas batalhas? De quem tem dependido nas suas dificuldades? Em quem tem confiado quando em tribulações? A bíblia está cheia de exemplos para nossas vidas. Davi nos ensina como enfrentar gigantes. Ele sabia bem que a força não vinha dele. Por isso tamanha confiança e convicção. Assim deve ser conosco. Olhemos para Jesus, entreguemos tudo em suas mãos, vamos sempre em seu Nome e todos os gigantes cairão a nossa frente.

Deus te abençoe.
Leonardo Lima Ribeiro

terça-feira, 28 de maio de 2013

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A Preparação e a Chamada de Moisés


Nós hoje vamos meditar na Palavra de Deus em Êx 2.11-3:22

Deus escolheu Moisés para conduzir seu povo à Terra Prometida. Esta missão não seria possível se o Eterno não lhe moldasse o caráter, mediante o exercício da paciência. (At 7.30). Por quarenta anos, Moisés viveu como um príncipe no Egito recebendo instrução e preparo na arte de liderar (At 7.22).

Todavia, a humildade, tão urgente à sua grandiosa incumbência, só viria após quarenta anos de exílio em Midiã. Período igual de peregrinação no deserto ainda seria necessário para que Deus completasse a obra em sua vida.

Deus tinha planos para Moisés bem antes que ele nasceu. Isso pode ser facilmente visto por meio das coisas que Deus fez em seu nascimento para preservar sua vida, assim como tê-lo criado como neto do Faraó e herdeiro do trono do Egito.

Deus tocou o coração de Moisés de modo que tinha mais preocupação com seu povo (os Hebreus) do que ambição pelo trono do Faraó. Isso pode ser visto quando Moisés salva a vida do escravo hebreu e mata o egípcio. ( Êx 2:11 e 12).

Assim como o Senhor Jesus quando lhe foi oferecido os reinos do mundo por Satanás (Lc 4:5-8), Moisés, tendo o trono do Egito disponível, escolheu tornar-se um desterrado para o bem do seu povo (Hb 11:24-26).

Assim como Jesus, Moisés foi rejeitado pelo seu povo, os hebreus. Abandonou o Egito e foi para as terras de Midiã. Lá, encontrou as sete filhas de Jetro. Moisés chegou a ser o amigo deles, depois de ajudá-los quando alguns pastores os estavam maltratando. Então Moisés habitou com Jetro e pastoreou seu rebanho.
Jetro deu a Moisés sua filha Zípora por esposa.

Certo dia, ainda nessa terra deserta, Moisés viu um arbusto queimando e não sendo consumido. Virando de lado para observar essa estranha visão, ouviu a voz de Deus falando com ele e chamando-o para a grande obra de conduzir Israel para fora do Egito.

Moisés teve muito temor e muitas questões, o que o levou a relutar a obedecer a Deus. Moisés perguntou, quem digo que me enviou, desde que não vão acreditar na minha autoridade? Deus disse-lhe, diga-lhes “o EU SOU te enviou”. Isso expressa a eterna existência e onipotência de Deus. Moisés disse, “mas não sou um bom orador.”

Deus disse, “Arão, seu irmão, o é, farei dele a sua boca.” Então Moisés tomou sua esposa e filhos e foi para o Egito. No caminho encontrou seu irmão Arão e começaram o trabalho de conduzir Israel para fora do Egito. Nesse tempo Moisés tinha 80 anos e Arão, 83.

I- MOISÉS FOI UM MILAGRE DE DEUS

1- Nasceu sob a perseguição dos Egípcios Ex.1:15,16
2- Foi protegido milagrosamente Ex.2:3
3- Como teve a vida poupada Ex.2:5-9
4- Sua formação At.7:22

II. OS PRIMEIROS ANOS DE MOISÉS

1. A infância. Para salvar a vida do pequeno Moisés, sua mãe, Joquebede, o colocara num cesto, às margens do Nilo. O que ela não poderia imaginar é que ali, bem perto, banhando-se no rio, estava a filha de Faraó para ampará-lo (At 7.21). Assim, a princesa deu-lhe o nome de Moisés, “porque das águas o tenho tirado” (Êx 2.10).

Os planos de Deus jamais podem ser frustrados. A filha de Faraó se afeiçoou tanto ao menino que prontamente o adotou. Além disso, O Senhor providenciou tudo a fim de que a própria mãe de Moisés fosse contratada para criá-lo. Foi nessas circunstâncias que Deus agiu propiciando a Moisés formação espiritual através dos seus pais e, mais tarde, formação “acadêmica” no Egito (At 7.22).

2. Sua chamada. Estando Moisés em Midiã, Deus o fez subir ao monte Horebe. Ali, o Anjo do Senhor apareceu-lhe no meio de uma sarça ardente. Deus o chamou pelo nome e fez-lhe saber seus propósitos. O Todo-Poderoso escolhera seu servo para libertar os israelitas da escravidão do Egito.

III. SUA PREPARAÇÃO

Moisés foi realmente um exemplo de líder, foi um libertador, dirigente, mediador, legislador, profeta, foi sobretudo um grande homem de Deus que recebia a comunicação de Deus para o povo e sobre ele pesa toda a carga das peregrinações, como também é quem recebia o golpe da crítica do povo, e se encontra entre os grandes heróis da fé enumerados em 11 de Hebreus.

Ao analisarmos sua história podemos tirar grandes lições que podem ser aplicadas à liderança da igreja “moderna” , como as qualidades essenciais que um bom líder devem ter, tais como a capacidade, o temor a Deus, a verdade, e não avareza.

IV . TEMPERAMENTO CONTROLADO POR DEUS

1. No Egito. O temperamento de Moisés se manifestou quando, ainda vivia no palácio de Faraó. Ele matou um egípcio que feria um hebreu (Êx 2.11). Esta foi uma atitude impensada, decorrente das fortes emoções que sentiu ao ver um irmão sendo maltratado.

Um líder não deve tomar nenhuma atitude no ardor das emoções. Embora tenha sido algo reprovável na vida de Moisés, Deus se utilizou deste fato para levá-lo ao deserto a fim de que fosse preparado, durante quarenta anos, para exercer o seu chamado. Deus tinha um plano em sua vida.

Isto deixa claro que o Senhor não leva em conta o temperamento do homem o qual escolhe, mas sim a disposição deste em permitir que seu caráter seja aperfeiçoado.

2. Na travessia do Mar Vermelho.
Com suas emoções controladas por Deus, Moisés estava apto a conduzir o povo pelo deserto até Canaã. Diante do Mar Vermelho e cercado pelo exército de Faraó, esse eficaz líder viu-se diante de um enorme desafio.

O povo perdera a confiança em Deus e, amedrontado, culpava Moisés pela difícil circunstância. Jamais havia sofrido tamanha pressão.

Todavia, com segurança e serenidade exortou ao povo: “... Não temais; estai quietos e vede o livramento do Senhor...” (Êx 14.13). Todo homem de Deus precisa saber lidar com situações difíceis e extremadas (Pv 24.10).

Deus se manifestou poderosamente a seu povo, fazendo-o passar a pés enxutos pelo mar (Êx 14.15-21). Todos seus adversários perecem (Êx 14.22-30). Assim, o povo pode constatar a autoridade que o Senhor dera a Moisés.

1- Nos primeiros quarenta anos Ex.2:10

A- Passou no palácio de Faraó
a) Aprendeu que era tudo

2- Dos quarenta aos oitenta anos Ex.2:11


A- Passou no deserto Ex.2:15,21
a) Aprendeu que não era nada

3- Dos oitenta aos cento e vinte anos Ex.3:1-5


A- Passou trabalhando para Deus
a) Aprendeu que Deus é tudo

V. SUA CHAMADA

1- Foi no monte (lugar certo) Ex.3:1
2- Foi no meio do fogo (marcada importante) Ex.3:2
3- Foi com interesse (ponto importante) Ex.3:3
4- Foi com exortação (bom sinal) Ex.3:4,5
5- Foi com santidade (Característica indispensável) Ex.3:6
6- Foi com clareza (principio fundamental) Ex.3:10-12

(V 10 ) Deus chama Moisés para tirar o seu povo do Egito. O que estava o povo de Deus fazendo no Egito? Vamos juntos acompanhar os passos dos hebreus começando com José em Gênesis 37-50 e terminando com Moisés em Êxodo 1 e 2. Vemos em Êxodo capítulo 2: O Nascimento de Moisés, O Homicídio, A Fuga e Morte de Faraó.

Moisés morou 40 anos com os midianitas e aprendeu muitas coisas que foram úteis quando teve que liderar os israelitas no deserto como: relevo geográfico, trilhas, oásis, fontes.

Os midianitas eram parentes distantes dos hebreus conforme Gênesis 25.2. É provável que os midianitas mantiveram contato com a tribo de Judá e falaram sobre Deus Jeová para Moisés; haja vista que o sogro de Moisés era um sacerdote.

V. 1-9 Moisés apascentava o rebanho de seu sogro quando Deus apareceu a ele, isto é, Deus se revelou a Moisés. Moisés sabia muito pouco sobre os israelitas, pois for a criado na corte de Faraó.

O livro de Gênesis e os dois primeiros capítulos do livro de Êxodo foram revelados por Deus a Moisés. Ele até se assustou quando Deus disse tudo sobre ele: tribo, pai, mãe, irmãos.

V. 10 Após a narração, Deus disse para Moisés: “Agora que você, Moisés, está ciente de tudo; Eu preciso de você. Quero que você, juntamente com o seu irmão Arão, liberte o Meu povo do cativeiro e leve-o até a Palestina, sua pátria”.

V. 11 Moisés relutou por ser uma tarefa muito difícil. Ele achava que não estava capacitado para um empreendimento tão grande.

V. 12-17 Deus deu todas as coordenadas, todas as explicações a Moisés.

V. 18 e assim finalmente Moisés partiu para o Egito. A tarefa foi árdua, mas ele conseguiu porque seguiu as instruções de Deus.

Alguns teólogos dizem que os faraões opressores foram: Totmés III (1500-1450 a.C) e Amenófis II (1447-1420 a. C). Ambos eram da XVIII Dinastia.

Outros teólogos afirmam que os faraós opressores foram Ramés II (1295-1225 a. C) e seu sucessor Menefta (1225-1215 a.C), ambos da XIX Dinastia. Todos os teólogos estão de acordo que foi o Faraó Menefta que autorizou a saída dos israelitas do Egito após muita resistência.

Há a Chamada Geral e a Especial. A Geral é aquela que Deus chama toda a humanidade para segui-lO e a Especial é aquela em que Deus escolhe pessoas já regeneradas para um trabalho específico.

Moisés escreveu cinco livros chamados de Pentateuco de Moisés. Ei-los:

Gênesis: Origem ou princípio de tudo que existe no Universo. Narra outros fatos também.

Êxodo: Narra a saída do povo de Deus do Egito e outros fatos interessantes. Foi escrito entre 1292 e 1225 a.C.

Levítico: Trata quase que exclusivamente dos deveres sacerdotais. Como a tribo de Levi era a tribo dos sacerdotes, o nome do livro é uma homenagem àquela tribo. Contém muitas leis.

Números: Recebeu esse nome por causa da contagem ou recenseamento dos israelistas no deserto.

Deuteronômio: Significa Segunda Lei. Além das leis novas, há complementos, esclarecimentos e modificações para as leis anteriores contidas nos outros livros anteriores. Temos também a preparação para a entrada na Palestina, eleição de Josué, despedida de Moisés, suas bênçãos proféticas e sua morte.

VI. CARACTERÍSTICAS INDISPENSÁVEIS AO LÍDER

1. Amor. Ao saber do pecado de Israel pelo próprio Senhor, Moisés demonstrou-lhe todo seu amor e lealdade. Deus propôs-lhe ser o líder de uma nova nação, com todas as honras e benefícios que isto poderia trazer. Porém, Moisés não pensou em si mesmo e no seu próprio bem-estar. Ao contrário, intercedeu pelo povo por duas vezes (Êx 32.30-33; 33.12-17).

Ele não se contentou com a salvação física do povo e pelo seu perdão completo, queria a presença do Senhor entre eles. Chegou a pedir ao Senhor que tirasse o seu nome do Livro da Vida em troca do perdão que almejava para o povo.

Moisés ensina, com sua atitude, que é possível abrir mão de certos interesses para beneficiar pessoas que estão ao nosso redor ou sob nossa orientação (1 Co 13.5). Seu grande equívoco foi acreditar que a retirada do seu nome do Livro da Vida viabilizaria o perdão do povo, algo que só Deus pode fazer.

2. Humildade e mansidão (Nm 12.3). Todo líder, qualquer que seja sua área de atuação, corre o risco de desgastar-se no exercício da liderança, quando não delega responsabilidades.

Trata-se daqueles que julgam ser capaz de fazer tudo sozinho. Todos precisam de cooperadores (Rm 16.3; 1 Co 3.9). Caso contrário, não faltará exaustão e estresse.

Isso aconteceu com Moisés que pretendia conduzir o povo sozinho. Todavia, seu sogro, um homem cheio de sabedoria, aconselhou-o a utilizar um método eficaz de liderança (Êx 18.17-24). Moisés poderia simplesmente não aceitar o conselho de Jetro.

No entanto, não foi assim que agiu! Hoje em dia muitos jovens não querem ouvir os conselhos dos mais velhos, pois se julgam auto-suficientes. A Palavra de Deus nos diz que na multidão de conselheiros há sabedoria (Pv 11.14).

À medida que Moisés permitiu que seu caráter fosse trabalhado, Deus o usou na concretização de seus planos em relação ao povo de Israel, fazendo-os entrar em Canaã (Êx 6.4).

Deus agirá do mesmo modo com qualquer cristão que Ele escolher para realizar qualquer projeto no seu Reino.

Que Deus nos abençoe, amém!
| Autor: Jânio Santos de Oliveira | Divulgação: estudosgospel.com.br |

A Vara e o Cajado do Pastor



TEMA: A VARA E O CAJADO DO PASTOR


OBJETIVO: MOSTRAR OS CUIDADOS DO SENHOR JESUS (O BOM PASTOR) PELOS OS SEUS SERVOS ( AS SUAS OVELHAS)

TEXTO BÍBLICO: SALMOS 23: 4 b - “ ...A tua vara e o teu cajado me consolam.”



Quais os dois instrumentos utilizados pelo o Pastor para cuidar das suas ovelhas? São a vara e o cajado. O interessante que esses dois instrumentos nunca eram utilizados para ferir, maltratar as ovelhas, pelo contrário eram sempre utilizados para o benefício do rebanho.
Davi que era conhecido em Israel como o rei pastor, nesse salmo Davi se coloca não como rei, mas sim como servo (ovelha), e dessa condição que receberemos os cuidados maravilhosos do Bom Pastor que é o Senhor Jesus.
O salmista faz uma analogia entre o cuidado, o amor que o pastor tem pelas as suas ovelhas mostrando o cuidado que o Senhor Jesus tem pelo o seu povo.


SL 23: 4 b - “... A tua vara e o teu cajado me consolam.”

No oriente médio, o pastor carregava apenas uma vara e um cajado.
A experiência de Davi é também a mesma experiência de todos aqueles que tem entregados as suas vidas aos cuidados do Senhor Jesus.
E podemos ver desse verso lido, o cuidado maravilhoso do Senhor nosso Deus desse dois instrumentos: A vara e o Cajado:

1- “... A TUA VARA...”

A vara há três funções principais desse instrumento.

1.1- Proteção
A vara era, na verdade a extensão do braço direito do Pastor. Constituía um símbolo de sua força, poder e autoridade, numa situação difícil. Era usado como defesa e proteção contra qualquer ameaça que o rebanho possa enfrentar.
O Senhor nosso Deus tem nos sustentado com a destra da sua justiça. E tem sido a nossa segurança em todos os momentos de nossas vidas.
Não tememos os perigos que nos cerca (desemprego, enfermidades, lutas no lar, problemas familiares entre outros) as situações de provas, porque não estamos sós, temos o nosso Deus ao nosso lado que é verdadeiramente a segurança para as nossas almas.
O Senhor Jesus está a destra do Pai intercedendo por nós. Aguardando a ordem do Pai, meu filho amado vai buscar a sua noiva amada (a igreja fiel) essa certeza traz para o nosso coração segurança.

1.2- Examinar as ovelhas

O pastor abre a lã com a vara, corre todos os dedos por todo corpo da ovelha à procura de sinais de irregularidade. Este exame é bem profundo, envolvendo cada detalhe de interesse da ovelha. Esse exame é de grande conforto para o animal, pois somente deste modo seus problemas ocultos (feridas, espinhos) podem ser expostos perante o pastor.
Podemos identificar desse ato a Onisciência do Senhor Jesus, como aquele conhece o nosso coração. O Senhor sabe o que pensamos, sentimos, sabe de todas as nossas necessidades.
Como é maravilhoso sentimos em meios as empates da vida ( aflições desse mundo= desemprego, perdas, problemas no lar,local de trabalho, crise financeira,falta de paz, entre outros ) o toque das mãos do Senhor Jesus em nossas vidas. O toque do Senhor curas as feridas da alma, traz o consolo, alegria, o fortalecimento, dar sentido a vida. Foi o toque do Senhor Jesus que mudou as nossas vidas.


1.3- Contar as ovelhas

Na terminologia do velho testamento isso era descrito como “ passar sob a vara” ( Ez. 20:37). Mostrando que a ovelha havia sido contada pelo o pastor.
Ser contado pelo o pastor para nós significa ter a certeza que os nossos nomes estão escritos do livro da vida. Não há alegria e consolo maior do que este. Ter a certeza de salvação em Jesus.

2- “...O TEU CAJADO ME CONSOLA.”

O cajado do pastor, normalmente, é uma vara longa e fina, tendo uma das pontas recurvadas formando um gancho. Ninguém em nenhuma outra profissão, carrega um cajado de pastor. É um instrumento usado unicamente para cuidar de ovelhas. é usado apenas para o benefício do rebanho.
O cajado tem três funções importantes:

2.1- Trazer as ovelhas para um contato mais íntimo com o Pastor

O Espírito Santo é esse agente de união entre o homem e Deus. O desejo que sempre houve no coração de Deus é que o homem esteja na sua presença. É tudo que a igreja fiel deseja é estar junto do nosso amado salvador.
Salvação é ter intimidade com Deus. É está perto do Senhor Jesus, o nosso Bom Pastor, ouvindo a sua doce voz que traz para o nosso coração o alento, refrigério, paz e a certeza de uma vida eterna.

2.2- Erguer as ovelhas

Quando as ovelhas estavam viradas, ou seja, com as patas voltadas pra cima, o animal não consegue se levantar. O único que podia levantar a ovelha era o pastor com o seu cajado. Se não houve ação do Pastor com o seu cajado em erguer a ovelha. Ela perece porque será um alvo fácil dos seus predadores além de ficar sem água e o alimento que são fundamentais para a sua existência.

Somente o Senhor Jesus pode nos erguer e manter de pé na sua presença. Ao longo da caminhada o homem pode cair, desanimar, está enfraquecido devido as aflições da vida. Mas tendo o Senhor Jesus como nosso Pastor querido nunca vai falta a ação do seu cajado em nossas vidas nos colocando na posição que lhe agrada que é de pé espiritualmente.
Por isso que o salmista diz que cajado do Pastor nos consola. Necessitamos da ação contínua do Espírito Santo em favor de nossas vidas. O Senhor tem provido tudo o que a nossa alma necessita.

2.3- Dirigir as ovelhas

O cajado também é utilizado para dirigir as ovelhas. Ele não utiliza para espancar o animal. Em vez disso, encosta a ponta da longa vara no flanco do animal, e, com uma leve pressão, guia as ovelhas ao caminho que deseja. Desse modo, o animal aprende o caminho certo.
A operação do Espírito Santo em prol do seu povo é de guiar- nos no caminho eterno que o Senhor Jesus para alcançarmos a eternidade com Deus.
A cada dia o Senhor tem nos ensinado que a caminhada é por fé, Sendo dirigido pelo o Espírito Santo e Obedecendo a Palavra de Deus e que somos servos e não senhores.


Amados irmãos o nosso Deus não mudou, continua o mesmo, porque o Senhor é eterno e perfeito. Assim como Davi podemos dizer que profeticamente o Senhor Jesus tem utilizado também esses dois instrumentos: a vara e o cajado para cuidar e proteger e prover tudo o que é necessário para podermos passar pelo o vale que é esse mundo e chegarmos ao nosso objetivo que é Jerusalém Celestial.

sábado, 25 de maio de 2013

O Lenço Que Jesus Dobrou


TEXTO: João 20:01 a 08
01. E NO primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu a pedra tirada do sepulcro. 02. Correu, pois, e foi a Simão Pedro, e ao outro discípulo, a quem Jesus amava, e disse-lhes: Levaram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram. 03. Então Pedro saiu com o outro discípulo, e foram ao sepulcro. 04. E os dois corriam juntos, mas o outro discípulo correu mais apressadamente do que Pedro, e chegou primeiro ao sepulcro. 05. E, abaixando-se, viu no chão os lençóis; todavia não entrou. 06. Chegou, pois, Simão Pedro, que o seguia, e entrou no sepulcro, e viu no chão os lençóis, 07. E que o lenço, que tinha estado sobre a sua cabeça, não estava com os lençóis, mas dobrado num lugar à parte. 08. Então entrou também o outro discípulo, que chegara primeiro ao sepulcro, e viu, e creu.

1) INTRODUÇÃO
A bíblia é um celeiro infinito de mensagens, uma fonte inesgotável da palavra de Deus, e tudo que nela esta contida tem um sentido e uma mensagem.

Esta é mais uma mensagem que com certeza vai lhe causar um grande impacto, pois a boa palavra de Deus sempre nos surpreende e eu apenas gostaria de trazer uma palavra que me foi mostrada neste contesto e com certeza ela, a palavra de Deus, fará a diferença em sua vida e por isso peço que abra seu coração e deixe a luz do céu entrar.

Quando li este texto algo me chamou atenção e logo fui buscar resposta da parte de Deus. Algo que mexeu com meu coração e que com certeza também irá lhe dar outra visão quando ler algo na bíblia que achar insignificante. Por isso quero que abra seu coração e deixe a boa mensagem do céu entrar em seu coração.

2) A MORTE DE JESUS
O Relato abaixo foi feito pelo  médico francês, Dr. Barbet. “Eu sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo”. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei a fundo anatomia. “Posso, portanto escrever sobre o assunto sem qualquer presunção.” Dr. Barbet.

A AGONIA NO GETSÊMANI

Jesus entrou em agonia no Getsemani - escreve o evangelista Lucas - orava mais intensamente. "E seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra". O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão dum clínico. O suar sangue, ou "hematidrose", é um fenômeno raríssimo. Produz-se em condições excepcionais. Para provocá-lo é necessária uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens deve ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra. 

A COVARDIA DE PILATOS

Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. 

O FLAGELO, O ESACÁRNIO. 

Os soldados despojam Jesus e  o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos, chamados de azorrague. Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.

A COROAÇÃO

Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que aqueles da acácia, os algozes entrelaçam em uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo).

Colocam sobre o corpo de Jesus um manto púrpura, e o levam a Pilatos, que depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; o qual pesava uns cinqüenta quilos, pois havia sido preparada para o tamanho da estatura de Barrabás. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregulares, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso. 

A CRUCIFICAÇÃO

Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la é atroz. Alguma vez vocês tiraram uma atadura de gaze de uma grande chaga? Não sofreram vocês mesmos esta experiência, que muitas vezes precisa de anestesia? Podem agora dar conta do que se trata? Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Como aquela dor atroz não provoca uma síncope? O sangue começa a escorrer. 

Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pó e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos; horrível suplício! Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), o apóiam sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus  deve ter contraído o rosto assustadoramente. No mesmo instante o seu pólice, com um movimento violento se posicionou opostamente na palma da mão; o nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se, como uma língua de fogo, pelos ombros, lhe atingindo o cérebro. Uma dor mais insuportável que um homem possa provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos. Isso provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. Pelo menos se o nervo tivesse sido cortado! 

Ao contrário (constata-se experimentalmente com freqüência) o nervo foi destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego: quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.

O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregaram dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos o laceraram o crânio. A pobre cabeça de Jesus inclinou-se para frente, uma vez que a espessura do capacete o impedia de apoiar-se na madeira. Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudíssimas. 

Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. As feições são impressas, o vulto é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. 

Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos se curvam. Como um ferido atingido de tétano, presa de uma horrível crise que não se pode descrever. A isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. 

A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar, e como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeto purpúreo e enfim em cianítico. Jesus atingido pela asfixia, se sufoca. Os pulmões cheios de ar não podem mais esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem da órbita. 

Que dores atrozes devem ter martelado o seu crânio! Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus tomou um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforçando-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração se torna mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial. Porque este esforço? Porque Jesus quer falar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”. Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. 

Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés, inimaginável! Enxames de moscas, grandes moscas verdes e azuis, zunem ao redor do seu corpo; irritam sobre o seu rosto, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde de repente a temperatura se abaixa.

A MORTE DE JESUS

Logo serão três da tarde. Jesus luta sempre, de vez em quando se eleva para respirar. A asfixia periódica de alguém que está destroçado. Uma tortura que dura três horas. Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancaram um lamento: "Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?". Jesus grita: "Tudo está consumado!". Em seguida num grande brado  disse: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito". Então ele morre. 

3) A RESSURREIÇÃO
Agora que você conhece mais um pouco sobre todo sofrimento que nosso Jesus passou para nos dar a salvação eterna, quero comentar sobre a ressurreição de Jesus, após três dias estando sepultado.

Jesus ressuscitou como havia dito, e tudo aconteceu como foi registrado por Ele antes de sua morte. A primeira pessoa a ser agraciada com a visão de Jesus em um corpo ressurreto foi uma mulher chamada Miryan da cidade de Magdala, a qual a conhecemos por Maria de Madalena. Logo ao chegar ao túmulo ele o vê mais não o reconhece, pois como disse ele estava em um corpo ressurreto, assim então era um corpo sem sangue, um corpo diferente o que não permitiu que ela o conhecesse, mas sobre isso falemos em uma outra vez.

Jesus manda que ela avise seus amigos, pois era mister que Ele os encontrasse. Mas ao ouvir as palavras de Maria Madalena, Pedro e João travam uma corrida em direção ao local do sepultamento, mas lá chegando eles observam que o corpo não estava lá, mas que os lençóis estavam ali, porém o lenço que cobria o rosto de Jesus, ou a cabeça de Jesus estava do lado devidamente dobrado.

Se Jesus somente nascesse e desaparecesse na história, Ele não seria ninguém, se Ele somente nascesse e morresse Ele seria como outro homem qualquer. Ele se diferenciou de todo e qualquer ser humano, Ele superou qualquer expectativa, venceu a vida, pois logo ao nascer já tentaram o matar, e venceu a morte ressuscitando ao terceiro dia, deixando todos pasmos diante de seu poder.

4) POR QUÊ JESUS DOBROU O LENÇO?
Mas o que realmente me chamou atenção para que nascesse esta mensagem foi o fato de que Jesus teria dobrado o lenço ao ressuscitar. Ele não se preocupou com os lençóis que o cobriam, mas deu uma atenção ao lenço que tinha coberto sua cabeça. Por quê? Qual seria a real intenção de Jesus? Qual mistério estaria relacionado ao lenço dobrado?

O que me deixa cada vez mais apaixonado pelos fatos descritos na bíblia é a grande riqueza de detalhes em cada evento. Então vou lhe dizer algo que tocou meu humilde e pequeno coração mortal.

Para entendermos mais sobre o que Jesus fez ou nos quis dizer ao dobrar o lenço precisamos conhecer um pouco da tradição judaica da época que Jesus viveu.
A história do lenço tem a ver com o “Senhor e o servo”, um evento que todo menino judeu por mais jovem conhecia. Era como um ato de etiqueta no costume judaico da época, e é isso que Jesus queria dizer, pois bem sabemos que Jesus pregava por parábolas, por palavras, e por atitudes as quais eu prefiro chamar de gestos. Em tudo o que Ele fazia estava pregando uma mensagem ao povo.

5) O COLOCAR DA MESA
Quando o servo arrumava a mesa para refeição de seu senhor, buscava ter certeza de que estava fazendo tudo conforme a vontade de seu senhor, tudo conforme o senhor gostava que se fizesse. Após ter colocado a mesa perfeitamente, o servo saía para fora, longe da visão se seu senhor até que este tivesse terminado sua refeição. O servo nunca se atreveria tocar a mesa antes que seu amado senhor já tivesse terminado sua refeição.

Após terminado a refeição o senhor se levantaria, pegaria seu lenço que fora colocado dobrado ao lado do prato na mesa, limparia seus dedos, sua boca, e sua barba e embolaria o lenço o jogando sobre a mesa. Naquela tradição o lenço embolado e jogado queria dizer: “Eu termine!”.
Porém se o senhor se levantasse da mesa e deixasse o lenço dobrado ao lado de seu prato o servo não se atreveria tocar a mesa, pois o lenço dobrado queria dizer: “Eu voltarei!”

6) CONCLUSÃO
Meu amado e amigo irmão quer você acredite ou não, Jesus esta voltando para terminar aquilo que começou, e para que tudo realmente esteja consumado ainda falta levar a Igreja, sua noiva para as bodas com o noivo. Eu creio em cada vírgula contida na bíblia, por isso procuro pregar esta mensagem salvadora.

Jesus sofreu tudo isso por sua vida e você ainda acha que não vale nada? Você é a pessoa mais importante desse mundo.

Por isso eu convido a você entregar sua vida para Jesus e viver em novidade de vida na terra, pois o noivo vai chegar a qualquer momento.

JEOVÁ te abençoe!

| Autor: Pastor Alexandre Augusto | Divulgação: EstudosGospel.Com.BR |
 

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Derrubando os Altares de Baal


Note bem o versículo inicial em Juízes 6: "Porém os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do Senhor, e o Senhor os entregou nas mãos dos midianitas por sete anos" (Juízes 6:1). Estas palavras descrevem um ciclo interminável que se repetiu em Israel através de gerações.Nos capítulos precedentes encontramos estas palavras repetidas inúmeras vezes. Elas dizem, basicamente: "Então fizeram os filhos de Israel o que era mau aos olhos do Senhor, e serviram aos baalins...e Deus, na Sua ira, os entregou nas mãos de seus inimigos".

A primeira citação aparece no capítulo 3. Lá diz: "A terra teve sossego por quarenta anos...e tornaram os filhos de Israel a fazer o que era mau aos olhos do Senhor" (3:11-12). Deus entregou seu povo ao inimigo, Moabe, "porque tinham feito o que era mau aos olhos do Senhor" (3:12). E Israel serviu a este inimigo pagão por dezoito anos, suportando privações e terror.

Depois, no capítulo 4, lemos: "Os filhos de Israel tornaram a fazer o que era mau aos olhos do Senhor...por isso o Senhor os entregou nas mãos de Jabim, rei de Canaã" (4:1-2). Desta vez o povo de Deus foi feito cativo pelos cananeus.

Logicamente, toda vez que Israel era escravizado, eles clamavam a Deus. E toda vez o Senhor era fiel para lhes enviar um libertador. Mas assim que este líder justo morria, o povo infalivelmente retornava ao pecado. E o ciclo completo começava novamente. Ele continua com o versículo do nosso texto, no capítulo 6: "Porém os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do Senhor, e o Senhor os entregou nas mãos dos midianitas por sete anos" (6:1).

Durante este período, Israel era continuamente humilhado por seus inimigos midianitas. Eles invadiam Israel sistematicamente a cada ano, roubando suas colheitas e seus bens. Os líderes das caravanas midianitas soltavam todos os seus camelos e outros animais nos campos israelenses. Estes devoravam completamente as plantações, devastando as colheitas como gafanhotos.

Sempre que Israel resistia, os midianitas os perseguiam até as montanhas. O povo de Deus acabava procurando abrigo em cavernas e covas, tendo que se alimentar com o que encontrava. "Assim Israel se enfraqueceu muito com a presença dos midianitas" (6:6). Israel perdeu tudo para o inimigo: suas casas, sua comida, seus bens. Eles viveram como miseráveis, sem lar e desolados.

Mais uma vez a escritura diz: "Os filhos de Israel clamaram ao Senhor" (6:6). Todavia este clamor não foi de arrependimento. Israel clamou devido à sua opressão pelos midianitas. Era um clamor de angústia, devido à sua pobreza, suas perdas, sua insegurança.

Desta vez, antes de Deus enviar um libertador a Israel, Ele enviou um profeta. Este homem de Deus apontou claramente a razão pela qual o povo estava sendo tão perseguido. Ele chamou a atenção: "Olhem para a sua história. Em cada caso Deus os livrou das mãos de todos os que lhes oprimiam. Ele livrou vocês da servidão no Egito. Também lhes disse para não temer os deuses dos amorreus, em cuja terra habitam. Mas vocês não deram ouvidos à Sua voz. Vocês ainda continuam a cultuar falsos deuses" (veja 6:8-10). 

O Senhor estava dizendo essencialmente ao Seu povo: "Eu deixei bem claro para vocês desde o princípio: vocês não precisam temer ninguém exceto o seu Pai celestial. Não permitam que nenhum outro receio penetre em seus corações. Mas vocês me desobedeceram novamente. Vocês permitiram a entrada de toda sorte de receios. E me forçaram a lhes entregar para a inimigo, a fim de trazer-lhes de volta para Mim".

O Que Era Este Grande Mal em Que Israel Sempre Recaía Novamente? 
O profeta mostrou claramente a Israel qual era seu pecado: eles esqueceram o mandamento do Senhor de não temer os deuses deste mundo. Em Juízes 10 vemos o povo de Deus admitindo este pecado: "Então os filhos de Israel clamaram ao Senhor, dizendo: contra ti havemos pecado, porque deixamos a nosso Deus, e servimos aos baalins" (Juízes 10:10).

O que os israelitas queriam dizer aqui, quando falaram que serviam aos baalins? A palavra baalins está no plural. Significa todos os falsos deuses no mundo. A raíz de baalins é Baal, o qual reconhecemos das escrituras como sendo um espírito demoníaco. A missão de Baal é roubar de Deus todo louvor e confiança por parte de Seu povo. Ele alcança isto enfocando nossa atenção nas nossas circunstâncias, em vez de no Senhor.

Isto é exatamente o que ocorreu com Israel. Seu pecado trouxe amargura, desastre econômico, terrorismo por parte dos seus inimigos, incertezas. O fato é que Deus não os estava mais protegendo. Claro que Ele ainda amava Israel, mas Ele teve que deixá-los à mercê dos inimigos para que acordassem. Ele estava tentando trazê-los de volta para o abrigo de Suas asas.

Mas Israel se recusava a admitir que a causa de sua crise era seu próprio pecado. Era inacreditável, estas pessoas estavam sacrificando bebês, derramando sangue inocente, se tornando sensuais e apegados ao prazer. Como conseqüência, um desastre após o outro recaía sobre eles. Todavia, por nenhuma vez eles associaram estes desastres com a sua rebeldia. Eles não conseguiam acreditar que Deus estava permitindo tudo aquilo a fim de chamá-los ao arrependimento.

Eu vejo os Estados Unidos na mesma situação neste momento. O World Trade Center foi destruído. O Pentágono foi colocado em chamas. Todavia somente um pequeno remanescente pertencente ao corpo de Cristo reconheceu a mão de Deus nestes acontecimentos. Exatamente como fez com Israel séculos atrás, Deus momentaneamente nos entregou ao inimigo. Nossos pecados nos afastaram Dele, e Ele está querendo nos trazer de volta para Si.

Pense sobre isto: nos últimos seis meses, os Estados Unidos viram os piores incêndios da sua história. Um terço da nação esteve em chamas. Também vimos mudanças drásticas no clima e enchentes devastadoras. E bezouros japonêses estão devorando vastas extensões de florestas.

Agora estamos vendo um surto do vírus mortal do oeste do Nilo. E ao norte do país, uma terrível doença cerebral atacou a população de veados. Mais de 50.000 deles tiveram de ser mortos, numa tentativa de conter a doença. Mas alguns especialistas dizem que talvez seja necessário matar mais 200.000 animais até garantir que a doença esteja erradicada.

Cada vez que a gente dá uma olhada, parece que encaramos uma nova crise. Eu lhe pergunto, poderia Deus deixar a Sua mensagem mais clara do que isso? Ele está dizendo: "Eu estou cutucando seu ombro, tentando acordá-lo. Mas você continua me ignorando. Isto apenas vai me forçar a cutucar mais forte".

Deixe-me lhe perguntar: você acredita que Deus poderia ter impedido aqueles seqüestradores muçulmanos de jogar os aviões contra as torres gêmeas? Claro que podia. Ele revelou conspirações deste tipo muitas vezes. Mas não no ano passado. Por que? Ele está tentando nos falar, chamar nossa atenção. Ele permitiu a destruição dos nossos símbolos de prosperidade, porque colocamos neles todo nosso orgulho e confiança.

Nosso presidente, nossos líderes no Congresso e os oficiais da segurança tem nos alertado: "O grande ataque ainda está para vir". Agora ouço alguns cristãos dizendo: "Aguarde o grande ataque. Poderá ser uma mala-bomba. Ou, alguém poderá espalhar varíola ou antrax numa grande cidade. Seja o que for, haverá milhares de mortes. E isto vai atrair a atenção dos Estados Unidos. As pessoas saberão que Deus está chamando esta nação de volta para si. Multidões clamarão ao Senhor".

Eu discordo. Digo por que.

Mesmo se os Estados Unidos "Clamarem a Deus", Como Israel Fez, Deus Deseja Algo Mais. 

Israel chorou muito, clamando a Deus na sua angústia. Por isso Deus enviou um profeta para lhes mostrar que foi o pecado que fez recair o julgamento sobre eles. Mas, para um verdadeiro arrependimento, Israel precisava reconhecer seu pecado como sendo a causa dos seus problemas. E fizeram exatamente isto, admitindo que haviam pecado.

Mas havia ainda mais um passo a ser dado. Veja, mesmo se clamamos a Deus em arrependimento, Ele exige algo mais de nós. E se este passo não for dado, Deus não mostrará Seu braço forte em nosso favor. Vemos exatamente qual deve ser este passo, na ordem seguinte dada por Deus: derrube Baal.

O Senhor falou estas palavras a Gideão: "Toma o boi de teu pai, a saber, o segundo boi de sete anos, e derruba o altar de Baal, que é de teu pai, e corta o poste-ídolo que está ao pé dele" (Juízes 6:25).

Antes disso, provavelmente Gideão pensou que já estava suficientemente arrependido. Afinal, ele tinha clamado ao Senhor. Tinha ouvido a palavra profética que Deus enviara a Israel. E tinha correspondido totalmente, reconhecendo seu pecado.

Vejo a mesma atitude de arrependimento entre muitos cristãos hoje em dia. Em igrejas do país todo, as pessoas estão de joelhos clamando a Deus. E isto é bom. Mas de acordo com o Senhor, um problema ainda permanece. É um ídolo em nosso meio: Baal.

Sim, Baal continua sendo um grande ídolo atualmente. E se nosso arrependimento deve ser completo, temos que derrubar este ídolo. Do contrário, não adiantará clamar a Deus, orar ou jejuar. Nenhuma das nossas ações terá qualquer impacto, até que derrubemos o ídolo que se apegou a tantos corações.

Você poderá perguntar: "Então, o que é este Baal? Onde o vejo atuando? Como poderia um antigo falso deus estar presente na nossa sociedade moderna ?"

No Antigo Testamento, Baal era representado por um ídolo esculpido em madeira, pedra ou metal. Era feito na forma de um homem, do tipo de um formoso Adonis. Apesar de este ídolo ser apenas um pedaço de material morto, havia um poderoso espírito por detrás dele.

Na nossa era iluminada, não podemos imaginar nenhuma pessoa inteligente se curvando diante de um ídolo esculpido. Na verdade, ainda há religiões pagãs que usam tais imagens no culto, inclusive Budismo, Hare Krishna e Hinduísmo. Mas seja o ídolo Baal, Buda ou alguma das milhões de divindades hindus, o mesmo espírito demoníaco está por trás dele. E este espírito é enviado do inferno com um propósito: causar dúvidas nas pessoas a respeito da realidade de Deus. É um espírito de incredulidade, pura e simplesmente. E ele assalta nossas mentes com dúvidas sobre a fidelidade de Deus.

É tremendamente perigoso tolerar este espírito. Se ele não for expulso imediatamente, ao primeiro ataque, ele vai se infiltrar na mente. E uma vez que dúvidas e medos possam entrar, o espírito de Baal toma posse da alma.

Se Não For Combatido, o Espírito de Incredulidade de Baal Entra e Edifica um Altar. 

Sem dúvida incredulidade é um ídolo. Ele faz você se encurvar em submissão ao seu poder. E abre a sua alma para toda sorte de males. De fato, o versículo que vemos repetidas vezes através de Juízes - "Os filhos de Israel fizeram o que era mau aos olhos do Senhor" - não se refere a algum pecado grosseiro, mas à incredulidade do povo.

Isto é claramente ilustrado em Ezequiel 8. O Espírito Santo levou o profeta Ezequiel numa visão ao santuário santo. Ali Ele revelou ao profeta quatro abominações deploráveis que o povo de Deus estava cometendo. Depois, mostrou a Ezequiel uma abominação ainda maior. "Ele me disse: Filho do homem, cava agora naquela parede. Cavei na parede, e vi uma porta. Então me disse: Entra, e vê as terríveis abominações que eles fazem aqui. Entrei, e vi" (Ezequiel 8:8-10).

O que Ezequiel viu o deixou horrorizado. As paredes da câmara estavam repletas de pinturas de "toda forma de répteis, e de animais abomináveis, e todos os ídolos da casa de Israel" (8:10). Diante destas paredes estavam setenta anciãos de Israel, balançando incensários. Eles estavam adorando o espírito por trás das pinturas.

O Espírito Santo disse a Ezequiel que esta cena revelava o que estava preenchendo a mente dos anciãos de Israel. E o que estes homens estavam pensando é o seguinte: "O Senhor não nos vê; o Senhor abandonou a terra" (8:12).

Amado, aqui estava o espírito de Baal plenamente exposto. Através de uma visão dada pelo Espírito Santo, Ezequiel viu em primeira mão como este espírito edifica um altar na mente de uma pessoa e assume o controle. Como consequencia, os líderes de Israel dispensaram o cuidado de Deus por eles. Ao comparar sua pobreza com a aparente prosperidade dos midianitas, eles pensavam: "Onde está nosso Deus? Nossas orações não estão sendo atendidas. Não vemos nenhuma evidência de que Ele esteja se empenhando por nós. O Senhor nos abandonou". 

Satanás tinha realizado com sucesso sua única e primordial missão: incutir na mente dos fiéis que Deus não é quem a Bíblia diz ser. O diabo quer lhe convencer que Deus não é onisciente, onipotente e que cuida de todos. Satanás está em ação constantemente semeando dúvidas em você. Ele faz você pensar que Deus não ouve suas orações, que Ele não cumpre Suas promessas para você. E envia o espírito de Baal para completar esta obra em você.

O espírito de Baal está sempre presente junto ao leito de uma criança morrendo, ou de um membro da família acometido de grave enfermidade. Ao vermos nossos amados sofrendo, nos perguntamos sobre os propósitos de Deus. E repentinamente, um medo é injetado em nossa mente. Mais tarde, quando a morte chega, aquela semente de dúvida é regada. Logo nos vemos perguntando: "Como um Deus de amor pode permitir que isto aconteça?"

No mês passado eu estava ouvindo reportagens pelo rádio sobre o um ano dos ataques de 11 de setembro. Centenas de pessoas estavam sendo entrevistadas. A grande maioria afirmou ter perdido toda a confiança em Deus após os ataques. A resposta típica era: "Como poderia um Deus justo e cheio de amor ficar parado e deixar isto acontecer? Não posso mais acreditar num Deus que permite a morte de tantas pessoas." Várias pessoas declararam: "Meu Deus morreu em 11 de setembro".

Não interessa se você é um consagrado apaixonado por Jesus ou um incrédulo. Depois de todo desastre, calamidade ou acidente fatal, Satanás envia legiões de espíritos demoníacos para realizar a obra de Baal. Eles chegam imediatamente, sussurando: "Onde estava Deus? Como Ele permitiu uma coisa dessas?"

Atualmente há uma incerteza generalizada em nossa sociedade. Falências estão ocorrendo em elevado número. Trabalhadores tem receio de perderem os empregos. Ao olharem para o futuro as pessoas são tomadas pelo medo. Eu lhe digo que é justamente em épocas assim que Satanás lança um ataque geral. Ele quer entrar em sua mente, lançar sementes e edificar um altar de Baal. Ele quer que você duvide de tudo que conhece sobre a palavra de Deus.

O que a Ordem de Deus Para "Derrubar os Altares de Baal" Tem a Ver Conosco? 
Você pode pensar: "Não tenho idolatria em minha vida. Como vou derrubar um altar de Baal?" Deixe-me enfatizar novamente que Baal é um espírito de incredulidade. Você pode ter se arrependido dos pecados, clamado a Deus por misericórdia, ter atendido todos os avisos proféticos. Mas se tem dúvidas em seu coração sobre a fidelidade de Deus, você está sujeito ao espírito de Baal. E Deus está lhe dizendo: "Você precisa retirar este espírito de incredulidade da sua alma".

Creio que simplesmente não compreendemos o quanto Deus odeia a incredulidade em Seu povo. Nós não a vemos como a terrível maldição que é como as escritura a chamam. Não percebemos que toda dúvida, todo pensamento de incredulidade é do espírito satânico de Baal.

O profeta Jeremias descreve a incredulidade como sendo um pecado "escrito com um estilete de ferro, gravado com ponta de diamante na tábua do seu coração" (Jeremias 17:1). Segundo ele, Deus falou a Israel: "o fogo que acendeste na minha ira arderá para sempre" (17:4). Qual era o pecado deles? "Maldito o homem que confia no homem, que faz da carne o seu braço, e cujo coração se aparta do Senhor... Bendito o homem que confia no Senhor, e cuja esperança é o Senhor" (17:5.7).

Guarde estas palavras marcantes na memória enquanto retornamos a Gideão. Aqui estava um homem que clamava a Deus, ao qual foi dada uma impressionante palavra profética, e que atendeu a esta palavra. Mas Gideão ainda abrigava dúvidas e medos. Por que?

O pai de Gideão tinha eregido um altar a Baal na propriedade deles. Era apenas uma estátua de madeira. Mas o espírito por trás dela tinha construído uma fortaleza no coração de Gideão. Cada vez que Gideão passava em frente dela, a voz daquele ídolo falava à sua alma: "Veja sua pobreza, sua labuta, suas necessidades não satisfeitas. Onde está Deus?" Na verdade, o ídolo testemunhava para todo israelita que o via: "Deus não está com voces. Ele não liga. Ele está muito ocupado com coisas do mundo para se preocupar em alimentar e proteger um pequeno povo como vocês. O Senhor os abandonou".

Agora, em Juízes 6, um anjo traz esta palavra a Gideão: "O Senhor é contigo, homem valente" (Juízes 6:12). Deus pronuncia apenas seis palavras aqui. E as quatro primeiras não são dirigidas apenas a Gideão, mas a todo o Seu povo, inclusive à igreja hoje em dia: "O Senhor é contigo." O Senhor está dizendo essencialmente: "Vocês só precisam dessa promessa: Eu estou com vocês."

Amado, esta verdade tem que se tornar o fundamento real da nossa fé. Não importa o que nos aconteça - privação, tragédia, doença, pobreza, tentações - a promessa do nosso Pai permanece: "Eu estou com vocês." Em todas as nossas provações, especialmente quando estamos sendo flagelados e oprimidos, temos que nos apegar a essa palavra. Temos de clamar com fé: "Eu sei que estás comigo, Senhor. E se Tu estás comigo, quem pode estar contra mim?"

Contudo quando Gideão encontrou o anjo do Senhor, ele tinha um espírito de incredulidade no coração. Ele respondeu ao anjo: "Se o Senhor é conosco, por que tudo isso nos sobreveio? E que é feito de todas as suas maravilhas que nossos pais nos contaram, dizendo: Não nos fez o Senhor subir do Egito? Porém agora o Senhor nos desamparou, e nos entregou nas mãos dos midianitas" (6:13).

As palavras de Gideão soam familiares? Ele estava dizendo as mesmas coisas que ocupavam as mentes daqueles setenta anciãos na visão de Ezequiel: "O Senhor não nos vê; o Senhor abandonou a terra" (Ezequiel 8:12). Eles diziam a si mesmos: "Sim, há um Deus. Ele existe, e é o Criador de tudo. Mas Ele não toma conhecimento de nós. Ele não vê nossa situação. Ele nos abandonou." 

Deus já Tinha Dado Ordem a Gideão, "Vá, Liberte Israel. Eu Estarei Contigo." Mas Ainda Havia uma Questão a Ser Tratada no Coração de Gideão. 

O Senhor falou a Gideão: "Você ainda tem dúvida de que estou consigo. Isto é idolatria, Gideão. É o espírito de Baal. Agora vá, tome o boi de seu pai, e derrube aquele ídolo. Depois corte todas as árvores do bosque, e use-as para construir um novo altar. Você irá consumir o ídolo de seu pai neste altar. Quero que derrube este símbolo de incredulidade e o destrua completamente."

Por que o Senhor escolheu este homem incrédulo para derrubar Baal? Foi claramente um ato da terna misericórdia de Deus. Aqui estava um homem com grandes dúvidas, lutando para acreditar que Deus ao menos se incomodava com ele. Ele estava tão incrédulo que poderia dizer a um anjo: "Deus nos abandonou." E ele testou Deus várias vezes. Mas toda vez Deus esclareceu a dúvida de Gideão.

Deixe-me dar um exemplo. Mais adiante, quando Gideão estava prestes a ir para a batalha, ele testou Deus. A situação de Israel parecia impossível. Portanto Gideão orou: "Senhor, se Tu estás realmente conosco nesta batalha, mostra-me. Porei uma porção de lã na grama esta noite. Amanhã saberei se estás conosco, se a lã estiver molhada mas a grama ao redor estiver seca."

Você pode estar espantado com a audácia de Gideão. Mas, na manhã seguinte Gideão viu que o chão estava seco. E quando pegou a lã, estava encharcada de água, exatamente como ele tinha pedido.

A maioria de nós é como Gideão. Deus vem a nós fielmente em provação após provação, nos ajudando e providenciando o que precisamos. Mas então nos deparamos com uma nova situação, e dizemos: "Senhor, esta é a minha pior crise até agora. Nunca enfrentei uma coisa dessas. Estou com dúvidas."

Há alguma incredulidade em você? Você está lutando, fazendo perguntas do tipo: "Onde estás, Senhor? Não tens visto minhas lágrimas? Onde há qualquer prova de que estás comigo na minha provação? Tu me abandonastes? A minha fé não move o Seu coração? Por que não removes estes fardos de cima de mim?"

O Senhor não condena nem despreza ninguém por atravessar fases de dúvida e medo. A verdade é que Deus sabia que as dúvidas de Gideão não eram acusações. Eram questionamentos. Gideão estava simplesmente procurando respostas.

Eu lhe digo o seguinte: o Deus de misericórdia que encontrou um Gideão incrédulo e o chamou para entrar em ação, deseja fazer o mesmo com você. Ele tem grandes vitórias planejadas para você. E deseja vencer cada inimigo em sua vida. Portanto, Ele quer lhe dar Seu poder e autoridade para derrubar toda fortaleza: toda dúvida, todo medo, todo pensamento de incredulidade.

O Senhor me fez entender que Ele está para realizar uma obra específica na vida de muitos cristãos. Na verdade, está para lhes dar a mais importante vitória de todas. Ele já os está conduzindo a novos recantos de paz e descanso em Cristo. E está prestes a revelar Seu braço forte para com eles.

Acredito que este seja o propósito de Deus para muitos leitores desta mensagem. Ele está para fazer algo novo em você. Mas primeiro, você precisa derrubar todo pensamento de dúvida, e deixar todo medo. Deus quer que você derrube completamente o espírito de Baal do seu coração, e comece a viver e falar em fé. 

O Senhor vai fornecer o touro forte necessário para derrubar este ídolo. Ele lhe dará o poder e a força do Seu Espírito Santo. Portanto, avise o inimigo: "Deus está comigo, diabo. Você não pode me fazer mal. E não pode impedir Seus planos para a minha vida. O Senhor tem vitórias preparadas para mim."

Autor: David Wilkerson 
 
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